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Ucrânia acusa Rússia de compartilhar imagens de satélite com Irã

Ucrânia acusa Rússia de compartilhar imagens de satélite com Irã

A Ucrânia acusou a Rússia de fornecer ao regime iraniano imagens de satélite das posições dos EUA no Golfo Pérsico para melhorar a precisão dos ataques iranianos contra o destacamento militar dos EUA na região.

Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, os serviços de inteligência ucranianos detectaram vigilância ativa por satélites russos sobre os estados do Golfo e instalações militares dos EUA no Oriente Médio desde o início deste mês.

O presidente acrescentou que ordenara-o as informações sobre esta nova assistência russa ao regime iraniano sejam partilhadas com os aliados de Vive.

O presidente afirmou que existe “uma correlação clara entre as imagens captadas pelos satélites russos e os ataques iranianos”.

Segundo explicou, esta relação surge antes dos bombardeamentos, como preparação, e depois, para avaliar os danos.

O presidente ucraniano especificou que nos dias 19 e 20 de julho quatro bases aéreas atacadas pelo Irã permaneciam na área de interesse dos satélites russos.

Ele explicou que dois estavam no Bahrein, um na Jordânia e um no Kuwait.

As declarações de Zelensky ocorreram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou a Rússia na sexta-feira para se abster de participar na guerra com o Irã.

Essa mensagem referia-se à distribuição de armas e não à entrega de imagens de satélite ou outro tipo de informação de combate.

Trump sustentou, entretanto, que se a Rússia e a China vendessem armas ao Irã “seria muito prejudicial para eles." Ele acrescentou que recebeu garantias pessoais do presidente russo Vladimir Putin a esse respeito.

O presidente americano também disse que, em uma reunião recente em Pequim, o líder chinês Xi Jinping lhe garantiu que sob nenhuma circunstância ele daria ou venderia armas ao Irã, inclusive para empresas chinesas.

Trump resumiu sua posição afirmando que, em sua opinião, dois países frequentemente discutidos em relação ao Irmão estão envolvidos.

Os militares dos EUA pararam quase 14 dias consecutivos de bombardear o Irã, enquanto o presidente Trump espera progresso em direção a uma solução diplomática após a escalada do Irã conflito, segundo noticiaram neste sábado meios de comunicação dos EUA e de Israel.

Trump ordenou às Forças Armadas dos EUA que não realizassem novos ataques na sexta-feira, depois de quase duas semanas de ataques diários, para "dar mais espaço à diplomacia", informou Axios com base em duas fontes anônimas próximas à decisão.

Para a mesa de negociações." As versões coincidiram com uma declaração do ministro da Saúde do Irã, Fossem Germanou, que referiu nas suas redes sociais que “felizmente, nenhum ataque foi registrado na noite passada”.

"Parece que nosso querido Irã teve uma noite tranquila ontem à noite, e nenhuma parte de seu corpo foi lesionada", escreveu o ministro.

Trump reuniu-se na Casa Branca na sexta-feira com seus principais assessores enquanto considerava um "ataque maciço" contra o Irã, embora também tenha assegurado que as negociações com a República Islâmica continuavam em busca de um acordo diplomático.

NOTA DO EDITOR:

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