"Se ele matou minha mãe, o HGE também contribuiu", diz Amanda
Amanda, filha da vítima Ana Paula, utilizou o Instagram nesta quinta-feira, 23/07/2026 para atualizar seguidores sobre os trâmites envolvendo o caso da mãe. Em vídeo publicado na rede social, a jovem relatou que, diante das dificuldades para conseguir o prontuário médico por vias convencionais, a família resolveu adotar outras estratégias jurídicas.
Segundo ela, o advogado responsável pelo caso esteve na unidade hospitalar, HGE(Hospital Geral do Estado de Alagoas) ainda pela manhã para requisitar a documentação. Amanda aguarda um retorno ainda nesta tarde, em horário ainda indefinido. Além disso, ela confirmou que fará novas visitas ao HGE e comparecerá ao Ministério Público para cobrar providências.
VÍDEO:
Filha de vítima relata luta burocrática e desabafa: "Não está sendo fácil"
Em tom emocionado, a filha de Ana Paula desabafou sobre o peso de lidar com a burocracia em meio ao luto. “Não está sendo fácil”, admitiu, ao questionar a necessidade de tantos obstáculos após todo o sofrimento já imposto à família.
O desabafo ganhou tom de denúncia quando Amanda abordou o atendimento prestado no hospital. Ela afirmou que, se o crime resultou na morte da mãe, as falhas no cuidado — marcadas por negligência e ausência de humanização — também contribuíram para o desfecho trágico.
VÍDEO TRANSCRIÇÃO :
Amanda, filha de Ana Paula: "Minha gente, como eu não estava conseguindo ter acesso ao prontuário da minha mãe, já recorri a outros meios. E eu estava esperando um documento do advogado, que inclusive já foi lá agora de manhã. E à tarde eu tenho uma resposta, não sei mais ou menos qual o horário. E eu vou lá de novo no HGE. Também vou no Ministério Público. Olha, vou dizer uma coisa a vocês. Não está sendo fácil. Porque eu não entendo o porquê de tudo isso. Sabe, dentro de toda a dor que a minha mãe já passou. Se ele matou minha mãe, o HGE também terminou de contribuir com isso. Sabe, com as negligências, com a falta de humanização. Sabe..."
