LEWISTON, Maine Eles estavam esperando por alguém como Graham Platner. Alguém que estivesse zangado, um pouco grosseiro, e que soubesse exatamente o que precisava acontecer: saúde universal, o fim das “guerras sem fim”, o fim da “oligarquia”. Alguém que esmagaria a senadora republicana Susan Collins, vista por seus apoiadores como um símbolo do establishment, dos bilionários, de Donald Trump — ou de quem quer que fosse o alvo do ódio deles. Claro, foi uma atuação. Ele abandonou a escola preparatória, interpretando o “oysterman” durão. Mas todos eles fizeram isso! Sabiam quem deveria vencer. E foi um filme divertido de assistir. As histórias sobre ele — as ex-namoradas, a tatuagem nazista — ajudaram. Tornaram mais fácil suspender a descrença. Em 9 de junho, mais de 150 mil eleitores de Maine votaram em Platner nas primárias democratas para o Senado — mais do que qualquer outro democrata havia conquistado nas primárias senatoriais do estado. Então veio a alegação final: a única acusação credível de estupro, até então. Em 10 de julho, ele foi absolvido. Mas para os eleitores de Platner, para os insatisfeitos, os furiosos, a luta tinha que continuar. Havia dragões para matar. Leia mais
Platner desencadeou um movimento. Para onde irá a seguir?
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Maceió, terça-feira, 21 de julho de 2026 00:56