É final de julho de 2026. Estou com dores insuportáveis desde a meia-noite da noite passada. Ou, posso dizer, estou com dores agudas desde o final da noite de julho de 1950. Isso mesmo. Final de julho de 1950. Minha dor, sempre no abdômen, tem sido intensa desde o início da Guerra da Coréia.
A dor tem sido tão grave que tenho que me curvar enquanto estou sentado no vaso sanitário. De alguma forma, a pressão contra minha coluna interrompe os impulsos de dor através do meu corpo.
Somos apenas cobaias para ver o quanto podemos suportar em termos de dor. Apenas ratos de laboratório.
Quando eu era mais jovem, a dor era sufocada pelo ponto de estrangulamento da minha espinha dorsal. Isso funcionou bem e pude frequentar a gloriosa Parkside Elementary School. Mas a dor sabia o suficiente para não “contornar” e, novamente, me permitir ler, estudar e escrever. Isso, por sua vez, me permitiu ir para a Hellish Montgomery Hills Junior High e depois para a bela Montgomery Blair High School e depois para a Columbia University e depois para a Yale Law School.
Consegui ser o orador da turma de 1970 em Yale Law e depois ser um advogado de sucesso, mesmo contra advogados de primeira linha, como Bruce Montgomery, da Arnold & Porter.
E durante todo esse tempo, me dei bem graças a excelentes médicos que me receitaram remédios que me permitiram funcionar.
Depois, vim para Nova York e depois para Hollywood. Meus intestinos estavam sempre agitados, mas meus remédios, geralmente “paregóricos”, me mantinham vivo e bem.
Mas há cerca de cinco anos, o governo parou de me permitir funcionar ao recusar-me a viver com paregórico.
Então, agora, este pobre velho exausto cambaleia durante o dia com dores. E por quê? Não consigo encontrar evidências de que nós, humanos, morremos de paregórico. Somos apenas cobaias para ver o quanto podemos suportar em termos de dor. Apenas ratos de laboratório.
Por favor, bolcheviques da FDA/DEA/NIH, por favor, permitam-nos viver.
| ℹ️ | Nota do editor: O AR NEWS 24H publica conteúdos baseados em fontes externas. As informações e opiniões presentes no material original são de responsabilidade de seus respectivos autores. Este conteúdo foi traduzido e adaptado para o português do Brasil com o auxílio de ferramentas automatizadas. |