
Desde que soube da morte de Dolly. Parton na terça-feira, há um vídeo em particular que não consigo parar de assistir. É uma gravação antiga de um documentário de 2020, e Dolly não está cantando; em vez disso, está lendo. "Ela puxou e empurrou. 'Eu acho que consigo!'", disse ela" — e, claro, é "O Pequeno Trem Que Podia", o conto folclórico clássico imortalizado por Arnold "Watty Piper." Munk. "Vocês me ajudariam? Todos vocês, me ajudem!". "Eu acho que consigo! Eu acho que consigo! Aquela mulher entendia a tarefa que lhe fora dada e a cumpria com prazer. Uma personalidade menos expressiva teria se perdido sob as pilhas de strass e o cabelo volumoso. Mas não Dolly. Ela conseguia ser hilariamente autoconsciente de seu estilo extravagante de showgirl e do silicone sob a pele. Mas ela nunca desprezou seu próprio talento ou os fãs de sua cidade natal que o adoravam incondicionalmente.
Ela sabia o que significava para as pessoas e se dedicava a elas como se fosse um privilégio.
Meu pai não sabia ler nem escrever, mas era a pessoa mais inteligente que já conheci", disse ela à Bibliotecária do Congresso, Carla Hayden, em uma cerimônia de 2018, na qual doou seu livro de número 100 milhões. Hoje, a instituição de caridade distribui mais de três milhões de livros por mês nos 50 estados americanos e em diversos países estrangeiros, tornando-se um dos maiores projetos do gênero no mundo. É a personificação do "Eu acho que consigo!"
