Vereador denuncia direção do HGE: “Trabalhadores são perseguidos e demitidos por mostrarem a verdade”
Maceió (AL) — O vereador de Maceió David utilizou as suas redes sociais nesta semana para denunciar a suposta perseguição a trabalhadores do Hospital Geral do Estado (HGE), unidade de saúde de referência do estado de Alagoas. Segundo a publicação, profissionais estariam sendo punidos, inclusive com demissões, por exporem publicamente os problemas vividos dentro da instituição.
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| Vereador David acusa diretor do HGE de perseguição e defende trabalhadores demitidos: “Essa era vai passar” |
Em uma postagem em tom de apoio aos funcionários, o parlamentar acusou a direção do hospital, representada pelo atual diretor, de adotar postura retaliatória contra aqueles que, nas palavras dele, “mostram a verdade”. A denúncia ganhou a atenção de usuários e movimentos da categoria, que cobram respeito aos direitos trabalhistas e à liberdade de expressão dos servidores.
“Trabalhadores sendo perseguidos e até demitidos no HGE por mostrarem a verdade! Esses trabalhadores merecem respeito! Eles sim levam o nome do HGE e se esforçam muito para trabalhar mesmo em situações precárias! Estou com vocês!”, escreveu o vereador.
A publicação ainda traz um tom de esperança para os profissionais afetados. “Essa era de perseguição vai passar!”, completou David, reforçando o compromisso de acompanhar o caso e de se posicionar ao lado da categoria.
Embora o parlamentar não tenha detalhado quais trabalhadores teriam sido alvo de punições ou o teor exato das denúncias feitas por eles, a postura de apoio dele ecoa outras reclamações frequentes sobre as condições estruturais e de infraestrutura da unidade, historicamente apontadas por funcionários e por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
VÍDEO : Vereador David denuncia diretor do HGE e apoia trabalhadores: “Estou com vocês”
A denúncia do vereador vem à tona em um momento de debate nacional sobre as condições de sob pressão e perseguição no ambiente de trabalho, especialmente no setor da saúde. Especialistas ouvidos pela reportagem (em situações semelhantes) lembram que a Constituição Federal garante a inviolabilidade do direito de expressão e que eventuais punições a trabalhadores por exercício regular de críticas podem configurar atos de assédio moral e improbidade administrativa, sujeitos a apuração tanto na esfera administrativa quanto na Judiciária.
A direção do Hospital Geral do Estado não se manifestou até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece aberto para eventuais esclarecimentos.
O caso segue sob acompanhamento da Câmara Municipal de Maceió.
Com informações do gabinete do vereador David
