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Por que importa: Embora lembre um punhado de folhas de salada descartadas, esta é na verdade uma lesma-do-mar-alface.
Embora lembre um punhado de folhas de salada descartadas, esta é na verdade uma lesma-do-mar-alface. Eu a avistei a 20 metros de profundidade em um recife de coral perto da Playa Kalki, uma praia paradis
íaca no extremo noroeste de Curaçao. Luzes de vídeo potentes e uma câmera macro em uma caixa estanque me permitiram capturar este invertebrado em toda a sua glória colorida.
Aprofundando: Eu a avistei a 20 metros de profundidade em um recife de coral perto da Playa Kalki, uma praia paradisíaca no extremo noroeste de Curaçao.
Batizada em homenagem às ondas ondulantes de seus apêndices largos e carnudos — chamados parapódios —, a lesma-do-mar-alface apresenta uma gama de cores que vai do amarelo pálido ao azul profundo, ou at
é mesmo ao verde-alface. Essa variação se deve à forma como as lesmas processam seu alimento; elas são fotossintéticas transitórias. (Fotossíntese: não é exclusividade de plantas e algas.
Resumo final: Luzes de vídeo potentes e uma câmera macro em uma caixa estanque me permitiram capturar este invertebrado em toda a sua glória colorida.
) Quando uma lesma-do-mar-alface se alimenta de algas, ela rouba os plastídeos, as partes responsáveis pela produção e armazenamento de alimento nas células, e os transporta para seus parapódios.
Lá, os plastídeos continuam a captar a luz solar para produzir açúcar, mas agora para o benefício da lesma. Essa situação é apenas temporária; os plastídeos se degradam lentamente, então a lesma-do-mar-alface precisa continuar comendo algas para repô-los.
"Embora lembre um punhado de folhas de salada descartadas, esta é na verdade uma lesma-do-mar-alface. Eu a avistei a 20 metros de profundidade em um recife de coral perto da Playa Kalki, uma praia..."