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A mensagem que mudou o destino de Lula da Silva na Lava Jato, por oKdiario

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O presidente do Brasil, Lula da Silva, e a promotora María Teresa Gálvez.


OKDIARIO obtém acesso a mensagem enviada de forma irregular pela promotora anticorrupção Teresa Gálvez, que desencadeou a acusação contra líderes do PP de Madri no caso Púnica, e que agora pode levar à anulação do escândalo da Lava Jato, o maior caso de corrupção e lavagem de dinheiro da América Latina, que resultou na prisão de Lula da Silva. A falta de cuidado desse representante do Ministério Público pode salvar o presidente comunista brasileiro de novas penas de prisão.

A mensagem foi enviada em 29 de novembro de 2017 por meio da rede social Telegram - um canal não oficial - para seus colegas brasileiros. Nela, Teresa Gálvez se refere ao investigado Rodrigo Durán Tacla, que teve que testemunhar no Tribunal Nacional no âmbito do caso Odebrecht, que é o braço espanhol da operação Lava Jato, que afeta 12 países.
Essa mensagem, assim como outras trocas de comunicações, é a que Lula da Silva está empregando atualmente para solicitar a anulação completa do processo. De acordo com especialistas consultados, a inadequação dos investigadores pode resultar na invalidação das evidências e, assim, na possível absolvição do presidente brasileiro, disse OKDiario a época.


O procurador afirma: "Boa tarde a todos. Volto a escrever-lhes porque no dia 4 o Tribunal Central nº 2 e eu receberemos o depoimento de Rodrigo Durán Tacla sobre os acontecimentos ocorridos na Espanha (Vivosant e Gvetel). Informo que Rodrigo Durán Tacla apresentou ao Tribunal um documento afirmando que não prestará declarações às autoridades brasileiras e está fazendo alegações a esse respeito. Diante deste fato, o Tribunal não fixou data para execução da comissão rogatória brasileira (Operação Dragão). Qual é a sua opinião sobre isso? Você dispensa a comissão rogatória? Na minha opinião, se você concordar, deveríamos praticá-la com um questionário de perguntas que você me envia e ele, como investigador, deveria dizer que não responde. Esse é o seu direito, mas pelo menos você interrompe a prescrição dos fatos. Eu não sei o que você pensa. O magistrado vai pedir minha opinião por escrito e eu gostaria de saber a sua."

Lava Jato

Esta mensagem, juntamente com outras comunicações, é a que Lula da Silva está usando agora para pedir a anulação de todo o caso e, segundo especialistas consultados, essa falta de cuidado dos investigadores pode invalidar as provas e salvar o presidente brasileiro. É por isso que o juiz brasileiro Eduardo Fernando Appio enviou uma carta ao procurador-geral do Estado, Álvaro García, na qual alerta que o procurador do caso Púnica está envolvido no complô. Os promotores trocaram principais evidências da Operação Lava Jato por meio do Telegram, alterando o procedimento e causando uma possível nulidade.
Escrito do procurador brasileiro Eduardo Fernando Appio dirigido ao procurador-geral do Estado Álvaro García.


A Justiça Federal do Brasil também está solicitando ao procurador-geral que abra um processo disciplinar contra a promotora anticorrupção Teresa Gálvez por falta de cooperação com as autoridades brasileiras. E é que o Brasil pediu à Espanha que assumisse a investigação do caso Odebrecht, que estava sendo investigado no Tribunal Central de Instrução número 2 do Tribunal Nacional, entendendo que as autoridades brasileiras têm "competência para a acusação", revogando assim "a transferência de competência para as autoridades espanholas e exigindo que o réu Rodrigo Duran Tacla seja julgado no Brasil".

Além disso, o acusado Tacla detém o estatuto de testemunha protegida no caso brasileiro e denunciou que foi forçado a "pagar extorsão para evitar a prisão" no caso Lava Jato. No entanto, as demandas do juiz brasileiro foram "ocultadas", segundo fontes consultadas, pelo procurador Gálvez ao juiz do Tribunal Nacional Ismael Moreno, instrutor do caso Odebrecht. É por esse motivo que o juiz brasileiro está acusando o Procurador-Geral da Espanha de "falta de cooperação" e pede a instauração de um processo disciplinar contra o procurador Gálvez.

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