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Varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo, diz infectologista

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AR NEWS NOTÍCIAS 24 de maio de 2022
O surgimento do poxvírus levantou preocupações entre os brasileiros sobre o potencial do vírus ser diagnosticado no país.
monkeypox - Brasil
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Até o momento, mais de 100 casos foram confirmados em pelo menos 16 países fora da África.

Na América do Sul, o primeiro suspeito foi registrado no domingo (23/5) na Argentina. De acordo com a secretaria de saúde da cidade, o paciente era um morador de Buenos Aires, que, em boas condições, foi deixado sozinho e recebendo tratamento médico para ele
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Para médicos infectologistas entrevistados pela BBC News Brasil, as informações podem ser identificadas aqui em breve .

“A varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo”, diz Ethel Maciel, especialista da Universidade do Espírito Santo (Ufes). “Também é possível que o paciente já tenha entrado no país, vindo de locais de doença.”

“Costumamos dizer que o vírus é transmitido por contato e os fluidos respiratórios podem demorar tanto quanto o voo para se espalhar”, disse ele.

“Ou seja, se uma pessoa for infectada no Brasil, se não for diagnosticada e não for rastreada a tempo, a doença pode realmente começar a se espalhar.”

O epidemiologista Eliseu Waldman, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), concorda com o diagnóstico.

“Mesmo tendo um baixo nível de transmissão de humano para humano e caminhando após a propagação do Covid-19 em todos os lugares, o potencial do vírus chegar ao Brasil é bom”, disse ele. .

Por isso, o especialista alerta para a necessidade de identificar situações urgentes o quanto antes.

“Cidadãos e médicos devem estar atentos para alertar os pacientes com suspeita da doença. Os sintomas mais comuns são a doença vesicular, um tipo que ocorre na varicela, mas muito pior”, disse.

Além do trauma, os sintomas  incluem febre, tontura, dores nas costas ou musculares, calafrios e fadiga.

E nesse processo pode ocorrer coceira, geralmente começando no rosto e depois se espalhando para outras partes do corpo, principalmente as mãos e as solas dos pés.

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No entanto, para o infectologista Antônio Augusto Moura Silva, especialista do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), ainda é cedo para prever o que vai acontecer.

“Pode ser que a Europa bloqueie a propagação em breve, antes que chegue ao Brasil”, disse ele.

“Seria mais fácil fazer isso com esse vírus do que com o Covid-19, por exemplo, porque levaria mais tempo para espalhar o vírus.”

No entanto, o especialista também alerta para a necessidade de o país estar preparado.

Ele disse: “É aconselhável ficar em cima do alerta para que, caso haja identificação do paciente, o isolamento do paciente possa ser concluído o mais rápido possível”, disse ele. .

“Ou seja, como a saúde pública brasileira já sabe o que fazer.”

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) já desenvolveu um plano para monitorar a situação do vírus.

Até o momento, sete especialistas brasileiros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Feevale se uniram.

Os pesquisadores desenvolveram dois relatórios sobre a doença, incluindo dados importantes sobre transmissão e dados disponíveis em pacientes registrados em outros países.
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