Enquanto o Hapoel Tel Aviv continua sua preparação profissional para o início da temporada 2026/27, nos bastidores o clube passa por uma verdadeira revolução, e não apenas no papel, ao que parece. Recentemente, o Hapoel mudou sua cara em termos de gestão. O CEO Tzahi Reichenstein encerrou seu mandato após quase três anos como um associado próximo do proprietário Ofer Yannay, e seu lugar foi ocupado por Oren Hasson, que deixou o cargo de presidente. Stav Shaham assumiu a presidência, tentando, em seus primeiros dias, demonstrar domínio e implementar mudanças. A participação de Ofer Yannay foi diluída para 40%, enquanto os demais proprietários, Gili Raanan, Micky Malka e Alan Howard, detêm 20% cada. Essa mudança já provocou uma pequena tempestade.
Dirigentes do Hapoel ficaram surpresos com as notícias de um apelo ao Maccabi Tel Aviv para que o clube disputasse a Supercopa sem limite para jogadores estrangeiros e, posteriormente, negaram oficialmente a informação. No clube, os dirigentes tentaram explicar que, embora desconhecessem a abordagem, caso ela tenha sido feita por alguém do clube a um dirigente do Maccabi Tel Aviv, não foi realizada com a aprovação da diretoria e do clube, e, portanto, não era vinculativa do ponto de vista deles. "Na estrutura atual, ninguém tem permissão para abordar ninguém por conta própria sobre assuntos tão delicados, e essas questões devem ser tratadas pela diretoria", disse um dirigente do Hapoel. "Entramos em uma nova era e todos precisam se adaptar a ela."
