
Após mais de um quarto de século, um homem acusado de estuprar e matar uma menina de 5 anos. Filadélfia foi extraditado para a cidade para responder às acusações.
Iriana DeJesus foi estuprada e assassinada em julho de 2000, supostamente por Alexis Flores. Ele foi deportado para Honduras em 2005 — dois anos antes de a polícia afirmar que seu DNA foi comparado com evidências do crime.

A mãe de Iriana, Liza Suain DeJesus, disse que ficou extremamente feliz quando soube que Flores havia sido extraditado para Filadélfia para responder às acusações.
A WHYY agradece aos seus patrocinadores — torne-se um patrocinador da WHYY. "Nunca me senti tão feliz. Corri de um lado para o outro no meu apartamento, agradecendo a Deus por nunca me deixar, por nunca me abandonar", disse ela.
DeJesus disse que sua fé a ajudou a superar os anos de luta por justiça após a morte de sua filha. Ela contou uma história de quando estava em uma missão em Honduras e descobriu que o homem acusado de matar sua filha morava a poucos minutos de distância.
Fui a San Pedro Sula, em Honduras, com meu pastor para ministrar e evangelizar", lembrou ela. "Ele [Flores] estava em Choluteca, a 15 minutos de onde eu estava. Mas eu nunca fui lá por vingança."
Outros membros da família se juntaram a DeJesus, segurando fotos da menina e uma colagem que a mostrava como uma criança feliz.
Ela merece estar em paz, o anjinho que ela era e ainda é", disse Dessia Cruz, tia de Iriana. "Como comunidade, dói saber das tragédias que aconteceram com ela. É preciso reviver tudo isso."
Cruz disse que espera que haja justiça no caso, mesmo que tenha levado mais de duas décadas para que uma prisão fosse efetuada.
Flores lutava contra a extradição desde sua prisão em fevereiro. Seu caso chegou ao equivalente hondurenho a um tribunal superior e à Suprema Corte do país.
Ele perdeu os recursos e foi trazido de volta à Filadélfia na segunda-feira para responder às acusações. Se condenado, ele pode pegar prisão perpétua.

