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Vladimir Putin está preparando uma nova grande ofensiva na Ucrânia. Uma nova mobilização é esperada na Rússia.

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Vladimir Putin está preparando uma nova grande ofensiva na Ucrânia. Uma nova mobilização é esperada na Rússia.

Vladimir Putin está preparando uma nova grande ofensiva na Ucrânia. Uma nova mobilização é esperada na Rússia.

📅 16 de agosto de 2026⏱️ 3 min de leitura

Autoridades ocidentais alertam que Vladimir Putin está preparando uma nova ofensiva na Ucrânia e pode anunciar uma nova mobilização no outono, após as eleições para a Duma Estatal. Paralelamente, a Rússia pode intensificar os ataques à infraestrutura civil e recorrer a ações híbridas contra a OTAN, enquanto os estados europeus tentam fortalecer seu papel em possíveis negociações de paz. Putin pode estar preparado para continuar a guerra por Donbas até o outono de 2027. Uma nova janela para negociações poderia então se abrir. Essas negociações se tornariam mais prováveis ​​se o objetivo do Kremlin de assumir o controle total da região de Donetsk não for alcançado, disseram fontes do NYT, segundo reportagem da Antena 3 da CNN. França, Alemanha e Reino Unido estão tentando fazer com que a Europa participe dessas próximas negociações sobre a Ucrânia, disseram três autoridades.

Representantes desses países acreditam que a resolução da guerra e as futuras relações com a Rússia são importantes demais para a região para deixar essa questão exclusivamente nas mãos do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, que parece cada vez mais imprevisível. O Reino Unido, a França e a Alemanha esperam se tornar os principais negociadores europeus. Os três países formam o núcleo da “Coalizão dos Dispostos” e estão elaborando opções para garantias de segurança para a Ucrânia após uma possível resolução do conflito. Segundo autoridades, a Polônia, a Itália e os países nórdicos também devem ser consultados, e a União Europeia deve ser mantida informada e, posteriormente, envolvida diretamente no processo. No entanto, a possível participação da Europa nas negociações sobre a Ucrânia é complicada por divergências dentro da UE.

Alguns países, especialmente aqueles na fronteira com a Rússia e a Ucrânia, como Letônia, Lituânia, Estônia e Hungria, não têm plena confiança de que a Alemanha e a França representarão seus interesses. Norbert Roettgen, presidente da comissão de política externa do Bundestag alemão, acredita que, dado que Putin não demonstra interesse em negociações, os europeus estão atualmente esperançosos. “Em algum momento, a Europa precisa estar presente, porque sua segurança está ameaçada e não é mais considerada um interesse vital pelos EUA. Mas, por enquanto, Putin vê uma vantagem em tentar dividir o Ocidente e interagir com a Europa por meio dos EUA”, disse Roettgen. "Os europeus têm vantagens, mas precisamos saber como usá-las de forma inteligente", disse Hans-Dieter Lucas, ex-diplomata alemão.

Ele especificou, no entanto, a necessidade de estreita coordenação com os EUA, pois, caso contrário, a Rússia tentará "criar problemas" entre os aliados ocidentais. 

Fonte original: ziare.com
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