Edmar Fernandes ressalta que a medida coloca em risco tanto o trabalho do profissional quanto a segurança dos pacientes. As informações recebidas também indicam ausência de cobertura presencial integral durante o período noturno, insuficiência de retaguarda na recuperação pós-anestésica, realização simultânea de anestesias por um mesmo profissional e utilização de médicos residentes sem a supervisão presencial e imediata do anestesiologista responsável. No dia 20 de julho, o Sindicato dos Médicos encaminhou ofício à direção do hospital solicitando esclarecimentos sobre o quantitativo de salas cirúrgicas em funcionamento simultâneo e o número de anestesiologistas efetivamente presentes em cada turno. A entidade também solicitou a confirmação de que cada procedimento
Anestésico permanece sob acompanhamento contínuo do anestesiologista responsável, vedada a cobertura simultânea de salas incompatíveis com a segurança assistencial, assim como a identificação da empresa responsável pelo serviço, com encaminhamento do respectivo contrato, plano de trabalho, dimensionamento da equipe e critérios de fiscalização. O Sindicato dos Médicos do Ceará ainda aguarda a apresentação das medidas destinadas a assegurar uma equipe suficiente, com cobertura presencial e supervisão adequada dos médicos residentes. Fique atualizado sobre todas as notícias e oportunidades!
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