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Israel rejeita o plano de paz de Trump para Gaza, dizendo que não há retirada até que o Hamas seja desarmado

📅 09 de agosto de 2026⏱ 2 min de leitura🌐 Traduzido e adaptado
ARQUIVO - O presidente Donald Trump ouve o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursar no clube Mar-a-Lago do presidente Donald Trump, 29 de dezembro de 2025, em Palm Beach, Flórida.
ARQUIVO - O presidente Donald Trump ouve o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursar no clube Mar-a-Lago do presidente Donald Trump, 29 de dezembro de 2025, em Palm Beach, Flórida.

Rejeição ao plano de paz

O primeiro‑ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel rejeitou o mais recente plano de paz apresentado pelos Estados Unidos para a Faixa de Gaza, condicionando qualquer retirada de suas forças ao desarmamento total do Hamas. A declaração chegou mais de uma semana depois de o ex‑presidente Donald Trump anunciar um avanço nas negociações, com o Conselho de Paz dos EUA divulgando um documento de quinze pontos que, segundo Washington, visaria garantir uma paz duradoura no território. Netanyahu ressaltou que os militares israelenses “não se retirarão até que o Hamas esteja genuinamente desarmado e cesse de representar ameaça contra nossas forças e cidadãos”. O governo israelense está, portanto, mantendo a postura de que a retirada só ocorrerá após a eliminação da capacidade militar do grupo militante, o que, segundo o primeiro‑ministro, é imprescindível para a segurança nacional.

Perspectivas de negociação

Em entrevista, Netanyahu acrescentou que as discussões com os americanos continuam em curso, indicando que algumas propostas do plano americano são consideradas aceitáveis, enquanto outras não atendem aos requisitos de segurança de Israel. “Estamos agora discutindo isso com os americanos, eles têm ideias, algumas das quais são aceitáveis para nós e outras não, e sabemos como enfrentar essas coisas”, declarou o primeiro‑ministro, enfatizando que, enquanto estiver no cargo, nenhum Estado palestino será estabelecido, seja em Gaza ou na Cisjordânia. A posição israelense reforça a exigência de desarmamento como condição sine qua non para qualquer avanço nas negociações, ao mesmo tempo em que sinaliza a disposição de dialogar com Washington, desde que as garantias de segurança sejam plenamente atendidas.

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Nota do editor: O AR NEWS 24H publica conteúdos baseados em fontes externas. As informações e opiniões presentes no material original são de responsabilidade de seus respectivos autores. Este conteúdo foi traduzido e adaptado para o português do Brasil com o auxílio de ferramentas automatizadas.

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