A emissora pública de Israel, KAN, negou as alegações de que os resultados foram injustamente influenciados por campanhas de votação em massa. A Eurovisão é organizada pela União Europeia de Radiodifusão, uma aliança de 113 organizações de comunicação social de serviço público em 56 países. Normalmente, a emissora nacional vencedora da competição hospeda a edição seguinte em seu país de origem. Houve algumas exceções. Quando a Ucrânia venceu a competição de 2022, os organizadores disseram que o país não poderia acolher a competição do ano seguinte devido à invasão em curso da Rússia, levantando preocupações de segurança.
As novas regras tornariam uma emissora vencedora automaticamente inelegível para acolher “se um conflito armado, uma situação geopolítica sensível ou qualquer outra situação afetar materialmente a segurança, proteção ou estabilidade de seu estado ou região imediata”. Os organizadores ainda poderão encomendar uma avaliação de segurança independente para determinar se um vencedor pode sediar o concurso com segurança. Se um vencedor for considerado incapaz de hospedar, o sindicato da radiodifusão terá o poder de escolher uma alternativa. Os organizadores disseram que a mudança nas regras segue o “feedback das emissoras participantes” após o concurso de 2026 em Viena. Eles serão aplicados a partir do próximo ano, quando o concurso for realizado na Bulgária.
“Estas mudanças visam dar maior clareza a todos os envolvidos, proteger os artistas e garantir que o Festival continua proporcionando um ambiente seguro e acolhedor, preservando ao mesmo tempo o espírito e a integridade que tornam o Festival Eurovisão da Canção tão especial”, disse o diretor da Eurovisão, Martin Green.
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