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A CIA assumirá "riscos inteligentes" e "corrigirá o rumo" ao adotar a IA, afirma o diretor.

Resumo: A Agência Central de Inteligência (CIA) está adotando agressivamente ferramentas avançadas de inteligência artificial. O diretor John Ratcliffe...
A CIA assumirá "riscos inteligentes" e "corrigirá o rumo" ao adotar a IA, afirma o diretor.

Por que importa: A Agência Central de Inteligência (CIA) está adotando agressivamente ferramentas avançadas de inteligência artificial.

A Agência Central de Inteligência (CIA) está adotando agressivamente ferramentas avançadas de inteligência artificial. O diretor John Ratcliffe afirmou, na terça-feira, que a agência de espionagem não pode se dar ao luxo de esperar por uma "abordagem sem riscos", visto que as tecnologias emergentes estão remodelando a segurança nacional.

A CIA "assumirá riscos inteligentes, experimentará e corrigirá o rumo conforme necessário", enquanto trabalha para incorporar IA e outras tecnologias em evolução em suas operações, disse Ratcliffe na Cúpula da AWS realizada em Washington, D. C. "Simplesmente não podemos nos dar ao luxo de esperar por uma abordagem sem riscos quando se trata de tecnologias emergentes.

Aprofundando: O diretor John Ratcliffe afirmou, na terça-feira, que a agência de espionagem não pode se dar ao luxo de esperar por uma "abordagem sem riscos", visto que as tecnologias emergentes estão remodelando a segurança nacional.

Ela não existe", disse ele, observando que não pode prever até onde essas tecnologias chegarão, mas "o que não faremos, enquanto testamos os limites do que é possível na CIA, é deixar que a busca pela perfeição seja inimiga do bom". As declarações ressaltam a agressividade com que a agência de espionagem está tentando incorporar inteligência artificial avançada e outras tecnologias emergentes em seu trabalho, um esforço notável para uma agência mais conhecida pela coleta de informações por humanos no exterior.

Elas também mostram que a agência está disposta a aceitar certo grau de risco ao adotar tecnologias emergentes, apostando que a experimentação é preferível a avançar muito lentamente diante de adversários estrangeiros. A CIA recruta e gerencia agentes estrangeiros, muitas vezes disfarçados, para coletar informações clandestinamente sobre questões que vão desde economia e terrorismo até ameaças cibernéticas.

Resumo final: A CIA "assumirá riscos inteligentes, experimentará e corrigirá o rumo conforme necessário", enquanto trabalha para incorporar IA e outras tecnologias em evolução em suas operações, disse Ratcliffe na Cúpula da AWS realizada em Washington, D.

No último ano, o governo Trump buscou destacar as contribuições da agência para muitas de suas conquistas de segurança nacional no Irã e na Venezuela. Autoridades da CIA têm se manifestado cada vez mais publicamente sobre as mudanças tecnológicas pelas quais a agência passou. O vice-diretor Michael Ellis afirmou, no início deste ano, que a agência pretende integrar "colegas de trabalho" com inteligência artificial aos fluxos de trabalho dos analistas nos próximos anos, com as ferramentas auxiliando na elaboração de pareceres importantes, na edição para maior clareza e na identificação de tendências para revisão humana.

A agência também anunciou recentemente uma nova estrutura de aquisições para reformular a maneira como integra a tecnologia em suas missões. Em seu discurso de terça-feira, Ratcliffe afirmou que, sob as novas abordagens, a agência concluiu cerca de 400 aquisições em aproximadamente seis meses, uma redução drástica em comparação com os acordos de aquisição anteriores, que levavam cerca de três anos.

Pesquisas recentes argumentam que as tecnologias emergentes podem levar as agências de espionagem a retornar a métodos mais antigos de coleta de informações, mas Ratcliffe argumentou que mais agentes da CIA "terão que se sentir tão à vontade lidando com linhas de código quanto com agentes e fontes humanas", embora "uma boa inteligência sempre exija bom senso, e somente pessoas podem e devem decidir qual é o caminho certo a seguir".


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A CIA assumirá "riscos inteligentes" e "corrigirá o rumo" ao adotar a IA, afirma o diretor.

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