Amorosidade ou técnica?
Estaríamos diante de estruturas societárias que segmentam nossa emocionalidade, espacializando-a, comportamentalizando-a, logaritimitalizando-a, comercializando-a, dificultando tonalidades sentimentais de amorosidade?
Como se fabrica o ódio cultural sem raízes históricas?!!
Poderíamos estar diante de uma indústria de relações interpessoais enlatadas, de variadas cores?
A subjetividade como sistema que transita entre a ordem do não racional e a racionalidade sofre a interferência de sistemas objetivos.
O fenômeno consciencial identitário interage com a fenomenologia que permeia a objetificação do mundo, incluindo as estratégias culturais das relações interpessoais enrijecidas, nas quais pessoas se sentem como propriedades.
Nesta perspectiva, talvez possamos refletir sobre como nos objetificamos e resistimos à escuta, à empatia, à amorosidade.
Nesta tecnificação subjetiva, morre a cada dia a riqueza do existir, a vida como tensão entre a ordem não racional e o pensamento crítico libertário.
Morre o sujeito como possibilidade de diálogo social!
Nasce o sujeito que venera a indiferença como objeto cultural.
Morre a cultura como possibilidade de produção de amorosidade social.
Está posto o ovo da serpente!
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Pácifer Maia Sabiá
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Mar. 21/2026
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