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Epidemia Felina por F-CoV-23 desencadeia crise após chegar ao Reino Unido

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Um sinistro contágio felino, denominado F-CoV-23, abalou o sossego dos amantes de gatos no Reino Unido após um felino importado de Chipre testar positivo para o vírus. Este microrganismo, resultante de uma fusão inédita entre coronavírus felino e canino, desencadeou uma epidemia na ilha mediterrânea, ceifando a vida de, no mínimo, 8.000 felinos durante os primeiros seis meses de 2023. Todavia, estimativas sinalizam que o número pode ascender a 300.000, gerando alarme.

O genoma peculiar do caso britânico, compartilhando a mesma "impressão digital genética" de 91 gatos infectados em Chipre, instigou uma investigação profunda. Cientistas da Universidade de Edimburgo, do Royal Veterinary College e do governo cipriota uniram forças para desvendar a trama genética desse vírus, cujo alcance e potencial ameaçam transcender fronteiras.

O surto, batizado como peritonite infecciosa felina (PIF), revelou uma faceta sinistra, transformando um vírus antes latente em gatos em um agente infeccioso altamente letal. Seus sintomas, que incluem letargia, febre, inchaço abdominal e inflamação, agora representam uma sentença de morte quase inevitável, a menos que tratados com prontidão.

Os cientistas alertam para o risco iminente de disseminação do F-CoV-23, ilustrado pelo primeiro caso importado no Reino Unido. Em um estudo prévio à revisão por pares, publicado no bioRxiv, salientam a necessidade urgente de medidas preventivas. O uso de tratamentos humanos contra a COVID em gatos, uma tática adotada em agosto de 2023, reflete a gravidade do cenário.

A recombinância dos coronavírus caninos e felinos, com a proteína spike do patógeno canino incorporada ao vírus do gato, resultou em uma cepa robusta e altamente contagiosa. A autora do estudo, Dra. Christine Tait-Burkard, adverte sobre a rápida propagação do vírus, desvinculando-se das mutações no hospedeiro.

Em relação ao tratamento, um medicamento veterinário chamado GS-441524 destaca-se como eficaz, porém oneroso. A ironia reside no fato de que tratamentos humanos, como remdesivir e molnupiravir, igualmente eficazes, são ilegais para uso veterinário no Reino Unido.

Apesar do impacto devastador em felinos, assegura-se que o F-CoV-23, até o momento, não apresenta riscos de transmissão para cães ou humanos. Especialistas tranquilizam os donos de gatos, descartando a necessidade imediata de confinar seus animais de estimação.

O estudo ressalta a importância de restringir a importação de gatos de Chipre para o Reino Unido, uma prática corriqueira que agora demanda precauções adicionais. A propagação do vírus, sugerida por meio da contaminação fecal e do compartilhamento de espaços, eleva a necessidade de vigilância.

Neste contexto, a Dra. Tait-Burkard destaca: "Não há evidências de disseminação extensa do FCoV-23 no Reino Unido. Portanto, não há necessidade imediata de manter os gatos dentro de casa". Contudo, adverte que gatos com sintomas de PIF, vinculados ao vírus ou com conexões com Chipre, exigem isolamento estrito.

À medida que a comunidade científica enfrenta esse desafio emergente, a cautela torna-se imperativa. O F-CoV-23, com sua ascendência genética única e impacto fatal, exige uma abordagem coordenada para conter sua disseminação e proteger a saúde dos amados felinos
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