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Hamas invadiu o kibutz ao amanhecer, atirou e queimou famílias vivas - começando pela avó, de 90 anos - antes de decapitar bebês

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O massacre terrorista em Kfar Aza



O ataque terrorista em Kfar Aza



Era um sábado ensolarado de primavera no pequeno kibutz de Kfar Aza, localizado perto da fronteira de Israel com a Faixa de Gaza. Para os cerca de 400 residentes, sua comunidade pacífica era o lar onde criavam suas famílias longe do tumulto das grandes cidades. Porém, naquela manhã, o tranquilidade de Kfar Aza seria brutalmente quebrada por uma onda de violência sem precedentes.
Soldados israelenses caminham ao lado do corpo de militante do Hamas morto no kibutz Kfar Aza na terça-feira


Pouco depois do amanhecer, enquanto a maioria das famílias ainda dormia ou desfrutava de suas refeições matinais, um grande grupo de terroristas do Hamas começou a atravessar furtivamente a fronteira vindo de Gaza. Eram aproximadamente 70 homens fortemente armados com espingardas de assalto, granadas e munição extra. Divididos em pequenos esquadrões, eles se deslocaram silenciosamente em motocicletas e a pé, aproveitando a escuridão para não serem detectados logo cedo.
Itay e Hadar Berdichevsky (na foto com bebês), ambos de 30 anos, tiveram apenas alguns segundos para reagir quando ouviram os homens armados tentando arrombar a porta da frente, sabendo que, se não o fizessem, seus filhos nunca teriam um futuro.

Os pais aterrorizados agruparam freneticamente os seus dois bebés num abrigo escondido momentos antes de os terroristas do Hamas matarem os pais a tiro. Os bebês seriam encontrados mais de 12 horas depois por soldados israelenses

O primeiro a avistar a ameaça foi uma pequena equipe de segurança formada por alguns moradores com experiência militar. Eles patrulhavam a cerca perimetral quando de repente notaram vultos suspeitos surgindo na distância. Ao se aproximarem mais, reconheceram com horror que eram dezenas de homens fortemente armados dirigindo-se em sua direção.
Soldados israelenses removem o corpo de um compatriota, morto durante um ataque de terroristas do Hamas em Kfar Aza, na terça-feira


O pequeno grupo tentou alertar rapidamente os demais moradores e acionou as defesas locais. Porém, o número avassalador de terroristas os superou facilmente nos primeiros confrontos, onde quase todos os guardas foram mortos sob uma enxurrada de tiros. Até mesmo o exército israelense, responsável pela segurança externa, foi apanhado totalmente de surpresa pela escala do assalto inimigo.
O corpo de uma mulher está coberto por um cobertor em Kfar Azza


A partir daí, o grupo terrorista dividiu-se em quatro rumos diferentes pelo kibutz, avançando de modo brutal e coordenado sobre suas vítimas indefesas. Seu principal alvo inicial foi o "bairro dos bebês" no lado oeste, onde viviam os casais jovens com seus filhos pequenos.

Por lá, os terroristas renderam e executaram sumariamente uma idosa de 90 anos que observava a cena horrorizada de sua varanda. Em seguida, começaram a invadir violentamente as casas, matando a tiros qualquer um que encontravam pelo caminho, independente de idade ou sexo. Muitas famílias inteiras foram massacradas em seus quartos ainda de pijamas.
Uma cadeira de bebê e um vestido de criança são vistos cobertos de sangue após um ataque do Hamas


Entre as vítimas daquele bairro estavam Itay e Hadar Berichevsky, um casal na casa dos 30 anos com gêmeos recém-nascidos. Ao ouvirem os gritos do lado de fora, eles correram em desespero para esconder os bebês em um compartimento secreto momentos antes de os terroristas entrarem e assassiná-los a queima-roupa.
Tiros e manchas de sangue são vistos na porta e nas paredes de uma casa onde civis foram mortos dias antes em um ataque do Hamas neste kibutz perto da fronteira com Gaza na terça-feira.


Em outras casas, cenas macabras se repetiam. Pais defendiam filhos com o próprio corpo enquanto eram baleados, ou eram forçados a ver crianças executadas individualmente depois de amarradas. Estimativas apontam que pelo menos 40 bebês e crianças pequenas foram brutalmente mortas naquele setor residencial.

Enquanto atiravam, os terroristas também incendiaram algumas casas, provavelmente para forçar as famílias a sair e serem mortas ao relento. Muitos civis acabaram sendo carbonizados vivos dentro de suas próprias residências em chamas. Os que tentavam escapar correndo pelos gramados também eram friamente abatidos a tiros.

Após varres o "bairro dos bebês", os combatentes do Hamas se espalharam pelo restante do kibutz em grupos menores, promovendo o mesmo derramamento indiscriminado de sangue. Alguns moradores conseguiram se esconder, mas a maioria não teve chance. Ao todo, estima-se que quase 150 civis, incluindo muitas crianças, foram mortos até aquele momento.

Com o kibutz agora sob seu controle, os terroristas iniciaram uma resistência armada para enfrentar as forças de segurança israelenses, entrincheirando-se defensivamente em posições estratégicas. Porém, o exército levou cerca de 12 horas para chegar ao local devido à distância e falta de comunicação inicial sobre o ataque.

Quando as primeiras tropas israelenses finalmente alcançaram Kfar Aza, depararam-se com uma cena apocalíptica. Corpos mutilados jaziam por toda parte - dentro e fora de casas, nos jardins e gramados. Sangue e mais sangue impregnava cada canto da comunidade outrora pacífica.

Soldados experientes que haviam vivenciado grandes batalhas declararam nunca antes testemunhado tamanha brutalidade. "Vinham apenas para matar", disse um general. "Mataram até bebês nos berços". As equipes médicas também ficaram chocadas com a quantidade de corpos de crianças, muitas decapitadas ou carbonizadas.

Nos dias seguintes, violentos confrontos eclodiram enquanto os terroristas do Hamas resistiam ferozmente o avanço israelense casa a casa. Ao mesmo tempo, soldados procuravam freneticamente por sobreviventes entre os escombros, mas encontravam principalmente cadáveres de famílias inteiras assassinadas em seus lares.

Milagrosamente, os dois bebês gêmeos escondidos pelos pais foram resgatados ainda com vida depois de quase três dias. Porém, quase todas as outras 150 vítimas do ataque haviam perecido de forma trágica pelas mãos dos bárbaros invasores.

Levaram dias para remover e identificar todos os corpos carbonizados, mutilados ou em decomposição. Muitos tinham que ser acomodados em sacos maiores devido ao pequeno tamanho das crianças brutalmente assassinadas. Cenas como cadeirinhas de bebês sujas de sangue secavam o coração dos soldados.

Após três arduas batalhas, as tropas israelenses conseguiram libertar completamente o kibutz do controle terrorista. Porém, a lembrança daquele massacre se gravaria para sempre na memória coletiva de Israel. Ele marcaria um ponto de inflexão no conflito com o Hamas, agora visto como inimigo implacável do povo judeu.

Kfar Aza também carregaria cicatrizes eternas. Dias depois, os vestígios da violência ainda podiam ser vistos nas paredes crivadas de balas e nos terrenos outrora felizes, agora silenciosos memorial em homenagem às quase 150 almas inocentes ceifadas de modo tão brutal naquela fatídica manhã de sábado. 
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