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Os cadastros que o TRE não vê - Volta da pobreza

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AR NEWS:  Brasil, Maceió , 12 de setembro de 2022






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PARA REFLETIR

Tensões no limite nas eleições em Alagoas. Se estica mais a corda o embate vai partir para uma indesejável violência. Juízo, senhores!

E o Brasil não explodiu

(BRASÍLIA) - Os brasileiros deram sinal de maturidade ao comemorar a passagem dos 200 de independência, de forma pacífica e com um número de participantes nunca ocorrido em outras festas da Independência. Em tempos de antagonismos políticos e violência decorrente das disputas, se temia a ocorrência de confrontos e depredações de instituições, que chegaram a colocar tapumes de proteção ao redor de seus prédios.

Depois de participar do desfile cívico-militar em Brasília, o presidente seguiu para o Rio de Janeiro, onde fez um discurso para apoiadores na praia de Copacabana. Antes, Bolsonaro participou de uma motociata e assistiu às apresentações militares em comemoração aos 200 anos de Independência do Brasil.

"Queremos que vocês cada vez mais tenham liberdade para decidir o nosso futuro. Nesse momento de decisão, e vocês sabem que somos escravos de nossas decisões, muita atenção. Eu tenho certeza que vocês sabem o que devemos fazer para que o Brasil continue do jeito que está. Estamos em um governo que acredita em Deus, nas instituições militares e que deve lealdade ao povo. Tenho certeza que teremos um governo muito melhor na reeleição. Muito obrigado pelo momento fantástico que estamos vivendo. Voltamos a falar de política e discuti-la com responsabilidade", disse Bolsonaro no discurso.

Bolsonaro ganhou

Qualquer análise fria e isenta vai comprovar que o presidente Jair Bolsonaro conseguiu, mesmo pisando na linha da liturgia do cargo, com palavras impróprias em seus discursos, faturar politicamente o emblemático evento positivamente. Durante discurso no Rio, Bolsonaro chamou Luiz Inácio Lula da Silva de “quadrilheiro”, sem citá-lo nominalmente. O chefe do Executivo afirmou que o ex-presidente deveria ser “extirpado da vida pública”.

A ausência de opositores nas ruas em todas as capitais deu folego e visibilidade aos apoiadores de Bolsonaro, que conseguiu faturar a data com milhões de apoiadores comemorando de verde e amarelo.

Lula em casa

O candidato Lula da Silva não se arriscou enfrentar as ruas e decidiu acompanhar os acontecimentos do dia em casa, com a esposa e alguns integrantes da direção da campanha. Lula através de sua assessoria devolveu os ataques de Bolsonaro, que segundo ele, “tenta atacar ao invés de discutir os problemas do Brasil”. O candidato do PT também cobrou explicação de “como a família juntou R$ 26 milhões de dinheiro vivo para comprar 51 imóveis”, referindo-se a uma reportagem do UOL, que a imprensa não conseguiu confirmar, sobre a suposta compra de imóveis pela família Bolsonaro.

“O presidente, em vez de discutir os problemas do Brasil, tentar falar para o povo como vai resolver o problema da educação, da saúde, do desemprego, ele tenta falar de campanha política e tenta me atacar, onde deveria explicar como a família juntou R$ 26 milhões de dinheiro vivo para comprar 51 imóveis. É isso que ele deveria explicar. O Brasil precisa de melhor sorte”, disse.

Rafael Brito

O ex-secretário de Educação Rafael Brito (o tio Rafa) nem parece um neófito na disputada briga pelo voto, como candidato a deputado federal. Ativo, articulado, circula todo o estado e onde chega encontra apoios espontâneos, conquistados por sua capacidade de fazer acontecer na administração pública. Exitoso por onde passou se apresenta como um dos mais bem avaliados quadros do governo. Eleito, o que é muito provável, será um bom deputado, sem dúvida. O cara tem destino e vocação.

Luciano e Cicero

Eles não estão entre os favoritos em suas candidaturas para o governo do estado, mas chamam atenção pelo preparo intelectual de ambos diante dos campões de votos, diferente de outras eleições. Falo de Luciano Almeida (PRTB), destacado líder da Ordem dos Advogados do Brasil (AL), e profissional muito conceituado na advocacia alagoana e o outro candidato Cícero Albuquerque, (PSOL/REDE) sociólogo, professor na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), ambos elevam o tom do debate em contraponto do clima de beligerância entre os principais adversários.

Os cadastros que o TRE não vê

A cada eleição a imoral compra de votos cresce nas barbas da Justiça Eleitoral, que é complacente e negligente no fiscalizar e punir. Se você sair (principalmente a noite) pelos bairros da periferia da capital e cidades do interior, você será capaz de encontrar até “bancas” de compras e votos (como as do jogo do bicho). Os chamados cadastros estão aí rolando, como se faz em todas as eleições. O voto tem preço tabelado, mas na guerra opor um mandato as vezes vira leilão e compra quem oferecer mais. Perguntei a um “cambista de voto” se não temia ser flagrado por agentes do TRE e ele respondeu: “Ninguém nunca veio por aqui e qualquer coisa ligo para o candidato e ele resolve

Volta da pobreza

O país foi imerso na pobreza e 33 milhões de pessoas passam fome no Brasil de hoje. Nós, que havíamos saído do mapa da fome em 2014, tornamos a ver a instabilidade alimentar em nosso meio. A inflação impede pessoas de comprarem alimentos básicos para a subsistência. Nosso povo passa fome enquanto super ricos cercam o atual Presidente por medo de perderem privilégios. Com tudo isso, o presidente ainda nega que existam pessoas com fome no Brasil. Você concorda com isso? Pense no seu irmão que tem fome, ao votar.

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Palmeira, a morte da cultura

Já faz algum tempo que não vou a minha Palmeira dos Índios, cansei com meu descrédito com os que deveriam cuidar da cidade. As vezes fico imaginando termos ido vitimas de uma praga irrecorrível, pois a cada administração as coisas se tornam piores para o povo palmeirense, que sofre o equívoco do voto.

Desmandos administrativos, afronta ao moral e ao legal têm sido praticas constantes dos que deveriam cuidar do município.

A cidade já foi referência em setores importantes, diante das demais do interior alagoano e hoje se vê como sinônimo de estagnação, subdesenvolvimento e má exemplo de administração.

O atual gestor teve a audácia de nominar a cidade símbolo de Graciliano Ramos em “A capital da Cultura Alagoana”, pois bem, fechou a única biblioteca pública, fechou a Casa Museu Graciliano Ramos, abandonou o Museu Xucurus, desprestigiou a Academia Palmeirense de Letras, faltou com respeito aos intelectuais da terra, persegue o maior patrimônio vivo jornalista e escritor Ivan

Barros, criador de uma Fundação Cultural , para preservar a memória, a cultura e a história palmeirense.

A cidade hoje fica bem aquém de outras alagoanas como Arapiraca, Penedo, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema, Piranhas, União dos Palmares e todas as demais cidades do litoral, abertas para o efervescente turismo que tem Alagoas como destino. Que os palmeirenses saibam dar o troco não votando nos candidatos do causador dessa tragédia.

PÍLULAS DO PEDRO

Alagoas teve nos últimos anos o melhor governo de sua história. Tem pelo menos quatro nomes para escolher. Não tem o direito de errar. O voto é irreversível

📙 GLOSSÁRIO:


🖥️ FONTES :
 Coluna Pedro Oliveira

Jornalista e escritor. Articulista político . Pós graduado em Ciências Políticas pela UnB. É presidente do Instituto Cidadão, membro da União Brasileira de Escritores e da Academia Palmeirense de Letras. 
Pedro Oliveira - https://resumopolitico.com.br/.
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Maceió - AL
(82) 3338.1756 (82) 8141.2500

Atenção: Este é um texto pessoal da Coluna do Jornalista Pedro Oliveira, e as visões desta matéria não necessariamente refletem a opinião do Blog Site AR NEWS


Com Agências


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