Maceió-AL

Maceió apresenta tendência de alta transmissão comunitária de Covid-19,diz boletim FIOCRUZ

Com as festas do São João do milhão em Maceió, é esperado agravamento da situação da Covid-19 em todo estado de Alagoas 

AR NEWS NOTÍCIAS 04 de junho de 2022

Conclusões: Na presente atualização observa-se que 19 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a semana 21: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), plano piloto e arredores em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN) Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Florianópolis (SC) apresenta sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo (últimas 3 semanas). Assim como destacado para os estados, os dados sugerem se tratar de crescimento decorrente do aumento de casos associados ao vírus SARS-CoV-2 (COVID-19). Conforme apresentado pelos indicadores de transmissão comunitária, apenas 4 capitais integram macrorregiões de saúde que apresentam incidência de casos semanais abaixo do nível considerado alto, porém nenhuma capital encontra-se em macrorregião em nível extremamente alto. Das 27 capitais, 2 integram macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico (Cuiabá e São Luís), 2 estão em macros em nível epidêmico (Natal e Palmas), 17 estão em macros em nível alto (Aracaju, Belém, Boa Vista, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Teresina e Vitória), 6 em nível muito alto (Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis e Rio Branco), e nenhuma em nível extremamente alto. Para avaliação criteriosa da evolução ao longo do tempo e volum
alta transmissão comunitária de Covid-19 em Maceió




BOLETIM INFOGRIPE FIOCRUZ - RESUMO
Conclusões:
Na presente atualização observa-se que 19 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a semana 21: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), plano piloto e arredores em Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN) Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Florianópolis (SC) apresenta sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo (últimas 3 semanas). 

Assim como destacado para os estados, os dados sugerem se tratar de crescimento decorrente do aumento de casos associados ao vírus SARS-CoV-2 (COVID-19).


Conforme apresentado pelos indicadores de transmissão comunitária, apenas 4 capitais integram macrorregiões de saúde que apresentam incidência de casos semanais abaixo do nível considerado alto, porém nenhuma capital encontra-se em macrorregião em nível extremamente alto. 

Das 27 capitais, 2 integram macrorregiões de saúde em nível pré-epidêmico (Cuiabá e São Luís), 2 estão em macros em nível epidêmico (Natal e Palmas), 17 estão em macros em nível alto (Aracaju, Belém, Boa Vista, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Teresina e Vitória), 6 em nível muito alto (Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis e Rio Branco), e nenhuma em nível extremamente alto.


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