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Brasil confirma 21 casos de monkeypox , relata Ministério da Saúde

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AR NEWS NOTÍCIAS   Brasil, Maceió 29   de junho de 2022
Monkeypox - Brasil
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O Ministério da Saúde do Brasil informou que o Brasil tem 21 casos já confirmados de monkeypox. Outros 23 casos estão sendo investigados.

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 Os 23 casos investigados de monkeypox no país estão nos seguintes estados:


  1. Ceará: 4
  2. Paraná: 3
  3. Rio de Janeiro: 3
  4. Rio Grande do Sul: 2
  5. Santa Catarina: 2
  6. Acre: 2
  7. Minas Gerais: 2
  8. Goiás: 1
  9. Espírito Santo: 1
  10. Rio Grande do Norte: 1
  11. Distrito Federal: 1
  12. Mato Grosso do Sul: 1
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🖥️ FONTES : 
MS do Brasil

📙 GLOSSÁRIO:

Varíola dos macacos (Monkeypox) -
O vírus Monkeypox é um ortopoxvírus que causa uma doença com sintomas semelhantes, mas menos graves, à varíola. Embora a varíola tenha sido erradicada em 1980, a varíola dos macacos continua a ocorrer em países da África Central e Ocidental. Dois clados distintos são identificados: o clado da África Ocidental e o clado da Bacia do Congo, também conhecido como o clado da África Central.

Monkeypox é uma zoonose: uma doença que é transmitida de animais para humanos. Os casos são frequentemente encontrados perto de florestas tropicais onde existem animais que carregam o vírus. Evidências de infecção pelo vírus da varíola dos macacos foram encontradas em animais, incluindo esquilos, ratos caçados na Gâmbia, arganazes, diferentes espécies de macacos e outros. 

A transmissão de humano para humano é limitada, com a cadeia de transmissão documentada mais longa sendo de 6 gerações, o que significa que a última pessoa a ser infectada nessa cadeia estava a 6 elos de distância da pessoa doente original. Pode ser transmitida por contato com fluidos corporais, lesões na pele ou em superfícies de mucosas internas, como boca ou garganta, gotículas respiratórias e objetos contaminados. 

A detecção de DNA viral por reação em cadeia da polimerase (PCR) é o teste laboratorial preferido para a varíola dos macacos. As melhores amostras de diagnóstico são diretamente da erupção cutânea – pele, fluido ou crostas, ou biópsia, quando possível. Os métodos de detecção de antígenos e anticorpos podem não ser úteis, pois não distinguem entre os ortopoxvírus. 

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