Maceió-AL

A valorização prometida por JHC não saiu do campo da promessa

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A valorização do/a servidor/a público/a prometida pelo então JHC “candidato a prefeito de Maceió”, não saiu do campo da promessa para a realidade do, agora, prefeito JHC.

Em reunião ocorrida na quarta-feira (23 junho de 2021), na sede da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), os representantes do Governo JHC apresentaram às lideranças do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais, as seguintes “propostas”:

• 0%, isto mesmo (!), ZERO por cento de recomposição salarial;
• pagamento de, apenas, duas progressões devidas…, em janeiro de 2022! Obs: existem categorias que têm cinco progressões atrasadas.

Novo prazo

Diante da reação de indignação e revolta das lideranças sindicais às propostas apresentadas na reunião, rechaçadas de imediato pelo Movimento Unificado, os representantes do prefeito JHC solicitaram um novo prazo – dia 30 de junho – para apresentar nova proposta conjunta.

Consuelo: “Cadê a valorização?!”
sinteal
"valorização é a última coisa que JHC deseja"



A presidenta do Sinteal, Consuelo Correia, que esteve na reunião, resumiu o saldo da reunião em uma só palavra: “frustração”. Segundo ela, “o Governo JHC, no dia de hoje, mostrou que valorização é a última coisa que ele, prefeito, quer em relação a milhares de servidores e servidoras públicos do município de Maceió”.

Fora da realidade

De acordo com Consuelo, a proposta de pagamento das progressões é absurda e fora da realidade porque “só contemplaria um universo de pouco mais de três mil servidores, quando o município de Maceió tem mais de dezoito mil servidores, seis vezes mais”. E ela ainda alerta para um processo de exclusão nessa proposta de pagamento: “quem receber progressão referente a ano ímpar [2015 ou 2017], não receberá progressão referente a ano par [2016 ou 2018]”.

Mobilização

Diante da postura antiservidor/a adotada pelo Governo JHC na reunião de hoje, o Movimento Unificado mantém a mobilização das categorias de servidores/as municipais na ordem do dia.

Os servidores da educação, que também possuem uma pauta direcionada à Semed – que inclui a aquisição de equipamentos e internet –, após realização de paralisação de dois dias e ato público em frente à prefeitura, sinaliza com assembleia da categoria para 2 de julho.

Há disposição da categoria para retornar do recesso escolar em greve, caso não haja resposta do governo JHC no dia 30 de junho.

Fonte: SINTEAL -Ipsis Litteris

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