
De la Espriella anunciou na plataforma de mídia social X que aceitou a renúncia da ministra da Educação, Viviane Morales, de orientação evangélica, que assumiu o cargo em 7 de agosto, primeiro dia do governo.
Dou um adeus nostálgico à minha querida amiga Viviane Morales. Os desígnios. Deus são insondáveis, e ela precisa nos deixar mais cedo para lidar com uma situação pessoal que espero sinceramente que ela possa resolver em breve.
Na mesma publicação, De la Espriella afirmou ter nomeado Ilva Myriam Hoyos, ressaltando que "tenho certeza de que ela será uma ministra excepcional e que servirá à Colômbia com dedicação, caráter e convicção".
Durante seu mandato, Morales liderou a Guerra Cultural do governo na educação e prometeu remover a "ideologia de gênero" das salas de aula da Colômbia, além de propor uma lei que permitiria às igrejas fornecer serviços de educação pública.
Hoyos, que é católica, alertou em 2016 que um acordo de paz entre o governo do presidente Juan Manuel Santos e o grupo guerrilheiro FARC, agora extinto, promovia a ideologia de gênero.
O novo ministro da Educação já trabalhou com Alejandro Ordoñez, ex-Inspetor Geral da Colômbia, notoriamente de extrema-direita, e atual embaixador do país na Organização dos Estados Americanos.
