Na manhã desta sexta‑feira (07), o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) reuniu‑se com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Macedo Gomes, para discutir o restauro do Memorial de Medicina de Pernambuco, que completará cem anos em 2027. A presidente do Simepe, Carol Tabosa, representou a entidade sindical no gabinete da Reitoria, localizado na Cidade Universitária.
Projeto de restauro do Memorial
Durante o encontro, foram apresentados os levantamentos arquitetônico e topográfico já realizados, bem como a análise dos danos existentes no edifício. Os projetos complementares abrangem as áreas elétrica, hidráulica, mecânica e de acessibilidade. A UFPE estima que todos os projetos de restauro serão concluídos até dezembro de 2026, quando será aberto o processo licitatório para iniciar as obras. A presidente do Simepe ressaltou que preservar o Memorial significa valorizar a trajetória da medicina pernambucana e a memória de gerações de profissionais que contribuíram para a construção da saúde no Estado. “O Memorial de Medicina de Pernambuco é um patrimônio da nossa categoria e da sociedade. Preservar esse espaço reconhece a nossa história, valoriza quem construiu a medicina pernambucana e garante que essa memória continue presente para as próximas gerações”, afirmou.
Participantes da reunião
Além do reitor Alfredo Macedo Gomes e da presidente Carol Tabosa, participaram da reunião Selma Jerônimo, presidente da Federação Brasileira das Academias de Medicina (FBAM); Miguel Arcanjo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe); Antonio Peregrino, presidente da Academia Pernambucana de Medicina (APM); Bento Bezerra, presidente da Associação Médica de Pernambuco (AMPE); Sílvio Caldas, vice‑presidente do Instituto Pernambucano de História da Medicina (IPHM); Gustavo Ramos Carneiro Leão, procurador‑chefe da UFPE; e representantes da equipe técnica da universidade. A reunião reforçou a importância da articulação entre as entidades médicas e a UFPE para acompanhar o processo de recuperação do Memorial, garantindo que o patrimônio continue vivo e fortalecendo o vínculo das novas gerações com a história da medicina no Estado.
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