
O presidente Donald Trump retribui a saudação enquanto caminha do helicóptero Marine One até sua limusine ao chegar ao Ellipse, em frente à Casa Branca, no domingo, 16 de agosto de 2026, em Washington.
O memorando de entendimento de 60 dias entre os Estados Unidos e o Irã expirou na segunda-feira, sem sinais de um acordo permanente para encerrar a guerra no Oriente Médio. O acordo, firmado em junho, previa um cessar-fogo imediato, o fim do bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz, o alívio das sanções contra o Irã, pelo menos US$ 300 bilhões em financiamento para reconstrução e desenvolvimento econômico do país e a promessa iraniana de nunca buscar armas nucleares. Quase um quarto do suprimento mundial de petróleo transitava pelo estreito antes do início da guerra. Na semana passada, o presidente Donald Trump reiterou sua posição, sugerindo que os EUA têm "controle total" do estreito e não encerrarão o bloqueio. "ACHO QUE VAMOS MANTÊ-LO!", publicou Trump no Truth Social.
"Nosso bloqueio naval está sendo chamado, por todos, de 'MURO DE AÇO', e não há nada que o Irã possa fazer a respeito." Enquanto Trump continua pressionando o Irã a hastear a bandeira branca e se render, o Irã segue acusando os EUA de violarem o memorando de entendimento e, em resposta, de realizarem ataques contra aliados americanos e bases militares na região. Pelo menos 18 militares americanos morreram em decorrência do conflito.