Ele foi acusado de genocídio e condenado à prisão perpétua em 2017.
Os massacres ocorreram em julho de 1995, quando as tropas de Mladic reuniram milhares de homens e meninos muçulmanos desarmados na cidade de Srebrenica, enfileiraram-nos com as mãos amarradas nas costas e os fuzilaram durante vários dias. Mulheres e meninas foram sistematicamente estupradas.
Os restos mortais das vítimas foram então jogados em valas comuns, que posteriormente foram exumadas e removidas para ocultar a extensão dos assassinatos.
No início deste ano, seus advogados solicitaram sua libertação por razões humanitárias, alegando que sua equipe de defesa afirmava que ele se encontrava em estado de "declínio médico avançado e irreversível." Relatos indicam que Mladic morreu em um hospital penitenciário da ONU em Haia, na Holanda. Um membro da família confirmou a notícia à Associated Press e disse que seu filho, Darko Mladic, estava a caminho de Haia.
