Contexto da suposta ameaça iraniana
Manobra de engano no retorno de Trump
Após a reunião em Istambul, o Serviço Secreto dos Estados Unidos coletou dados próprios sobre a alegada conspiração, incluindo a hipótese de que representantes iranianos poderiam lançar um míssil de ombro contra a aeronave presidencial ao deixar Ancara. Diante das dúvidas persistentes, a agência optou por não arriscar a segurança do chefe de Estado, adotando uma estratégia de engano que envolveu a troca de aeronaves. O presidente embarcou inicialmente em um Boeing 747 de cor azul claro, mas, longe das câmeras, foi transferido discretamente para um contêiner de catering posicionado na lateral da fuselagem.
Em seguida, um caminhão o conduziu até um avião militar menor, que o levou para a Grã‑Bretanha, onde a comitiva trocou novamente de aeronave, embarcando no novo “Air Force One” fornecido pelo Catar. O público recebeu a impressão de que Trump completou todo o trajeto em aviões governamentais, enquanto, nos bastidores, o Serviço Secreto coordenava a operação sob instruções dos guarda‑costas. Na noite de terça‑feira, o presidente confirmou que a manobra foi realizada seguindo as orientações da equipe de segurança, afirmando que “eu faço o que eles dizem”. A revelação destaca o papel central da agência na proteção do presidente e levanta questões sobre a influência de aliados estrangeiros nas decisões de segurança dos Estados Unidos.
| ℹ️ | Nota do editor: O AR NEWS 24H publica conteúdos baseados em fontes externas. As informações e opiniões presentes no material original são de responsabilidade de seus respectivos autores. Este conteúdo foi traduzido e adaptado para o português do Brasil com o auxílio de ferramentas automatizadas. |