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CIA duvidava de ameaça iraniana ao presidente Donald Trump

📅 13 de agosto de 2026⏱ 2 min de leitura🌐 Traduzido e adaptado
Imagem ilustrativa — AR NEWS 24H

Contexto da suposta ameaça iraniana

Relatos da imprensa norte‑americana indicam que, antes da cúpula da OTAN em Istambul, Washington recebeu de Israel informações de inteligência sugerindo que o Irã teria ameaçado a vida do presidente Donald Trump durante sua visita à Turquia. Segundo o Washington Post, agentes da CIA classificaram a mensagem como pouco convincente, citando atuais e antigos funcionários que conhecem os procedimentos de avaliação de risco. O Wall Street Journal acrescentou que o alerta israelense mencionava declarações de representantes iranianos sobre a possibilidade de assassinar Trump, embora a informação fosse vaga e não considerada totalmente credível por muitos analistas da Casa Branca. Algumas fontes suspeitaram ainda que Israel buscava influenciar a política dos EUA na região, pressionando o presidente a adotar uma postura mais agressiva em relação ao Irã.

Manobra de engano no retorno de Trump

Após a reunião em Istambul, o Serviço Secreto dos Estados Unidos coletou dados próprios sobre a alegada conspiração, incluindo a hipótese de que representantes iranianos poderiam lançar um míssil de ombro contra a aeronave presidencial ao deixar Ancara. Diante das dúvidas persistentes, a agência optou por não arriscar a segurança do chefe de Estado, adotando uma estratégia de engano que envolveu a troca de aeronaves. O presidente embarcou inicialmente em um Boeing 747 de cor azul claro, mas, longe das câmeras, foi transferido discretamente para um contêiner de catering posicionado na lateral da fuselagem.

Em seguida, um caminhão o conduziu até um avião militar menor, que o levou para a Grã‑Bretanha, onde a comitiva trocou novamente de aeronave, embarcando no novo “Air Force One” fornecido pelo Catar. O público recebeu a impressão de que Trump completou todo o trajeto em aviões governamentais, enquanto, nos bastidores, o Serviço Secreto coordenava a operação sob instruções dos guarda‑costas. Na noite de terça‑feira, o presidente confirmou que a manobra foi realizada seguindo as orientações da equipe de segurança, afirmando que “eu faço o que eles dizem”. A revelação destaca o papel central da agência na proteção do presidente e levanta questões sobre a influência de aliados estrangeiros nas decisões de segurança dos Estados Unidos.

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