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As mortes de civis russos estão crescendo rapidamente à medida que a Ucrânia expande sua guerra aérea

📅 11 de agosto de 2026⏱ 3 min de leitura🌐 Traduzido e adaptado
Imagem ilustrativa — AR NEWS 24H

As mortes de civis russos estão crescendo rapidamente à medida que a Ucrânia expande sua guerra aérea Nos quatro anos e meio de conflito, o presidente Vladimir V. Putin tentou isolar a sociedade russa da guerra contra a Ucrânia, mantendo as fatalidades civis concentradas nas regiões fronteiriças e nas áreas ocupadas da Ucrém. Esse padrão está se transformando rapidamente, pois a Ucrânia tem empregado um arsenal crescente de drones e mísseis de baixo custo para levar a guerra ao interior da Rússia. Os ataques, que se tornaram quase constantes, atingem localidades distantes da linha de frente, elevando o número de vítimas civis ao ritmo mais alto desde o início das hostilidades, segundo a Equipa de Inteligência de Conflitos, grupo independente que monitora as perdas.

Crescimento das vítimas civis na Rússia

Um dos episódios mais mortíferos ocorreu na segunda‑feira, quando autoridades russas relataram treze mortes em um ataque ucraniano a uma refinaria de petróleo em Nizhnekamsk, cidade industrial do Tartaristão situada a cerca de oitocentos e oitenta quilômetros a leste de Moscou. Esse incidente integrou a série de bombardeios que, nos primeiros sete meses do ano, fez 327 civis russos morrerem em bombardeios, ataques de drones e ofensivas aéreas fora das áreas ocupadas. O mesmo período registrou 2 366 feridos, número que supera em muito os 145 mortos e os 1 100 feridos contabilizados no mesmo intervalo do ano anterior. A Ucrânia afirma que a intensificação dos ataques a refinarias e armazéns visa pressionar Putin a encerrar a guerra, sustentando que não tem como alvo a população civil, embora alguns golpes tenham causado mortes como subproduto.

Repercussões políticas e humanitárias

O aumento da frequência dos ataques ucranianos tem contribuído para a queda mais acentuada nos índices de aprovação de Putin desde o início da invasão, alimentando o descontentamento entre os russos exaustos por anos de conflito. Apesar do crescimento das vítimas em todo o território, nenhum cidadão morreu dentro dos limites da capital, e o presidente tem instado a população a resistir à suposta intimidação psicológica dos bombardeios, alegando que o objetivo é minar a determinação nacional. Enquanto isso, as Nações Unidas estimam que mais de dezesseis mil civis tenham morrido na Ucrânia desde 2022, número que provavelmente subestima a realidade por falta de acesso a áreas ocupadas.

Nos últimos meses, o número de civis ucranianos mortos tem aumentado devido ao uso recorde de mísseis balísticos e drones russos, enquanto a Ucrânia luta para defender-se da escassez de interceptores fabricados nos Estados Unidos. As duas nações continuam a se bombardearem fora das linhas de frente, ampliando o risco para a população civil de ambos os lados e aprofundando a crise humanitária que já se estende a meio milhão de soldados mortos e a milhares de feridos em todo o conflito.

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Nota do editor: O AR NEWS 24H publica conteúdos baseados em fontes externas. As informações e opiniões presentes no material original são de responsabilidade de seus respectivos autores. Este conteúdo foi traduzido e adaptado para o português do Brasil com o auxílio de ferramentas automatizadas.

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