Casos de síndrome respiratória grave (SRAG) estão em alta no Brasil, especialmente em três estados: Goiás, Sergipe e Rondônia, que foram classificados em nível de alerta devido ao aumento significativo de infecções. Especialistas apontam que essa elevação está relacionada a aglomerações ocorridas durante o feriado de Carnaval, onde a proximidade física entre as pessoas facilitou a propagação de vírus respiratórios, como o rinovírus e o vírus sincicial respiratório (VSR), além do Influenza e do Sars-CoV-2, causador da Covid-19.
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| Casos graves de síndromes respiratórias no Brasil |
Além desses, outros estados como Acre, Amazonas e Roraima também estão em alerta, mas com uma situação um pouco diferente, onde a incidência de SRAG está relacionada principalmente a casos de influenza A.
Sintomas e Causas
Os sintomas comuns associados a essas infecções incluem tosse, febre, coriza intensa, dor de garganta e dificuldade para respirar. A maioria dos casos recentes de SRAG é atribuída a rinovírus e VSR, com uma parte significativa também relacionada ao Influenza A e Covid-19. Nos últimos quatro meses, aproximadamente 36,5% dos casos de SRAG foram causados por rinovírus, 20,4% por Covid-19, 18,9% por Influenza A e 13,1% por VSR.
Medidas de Proteção
Para se proteger contra essas infecções, especialistas recomendam:
Vacinação: A vacinação é a principal forma de prevenção, com vacinas disponíveis contra VSR, Influenza e Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS).
Higiene: Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou usar desinfetantes à base de álcool.
Uso de Máscaras: Em ambientes fechados ou quando em contato com pessoas doentes, o uso de máscaras pode ajudar a reduzir a transmissão de vírus.
Distanciamento Físico: Evitar aglomerações e manter distância de pessoas que apresentem sintomas de doenças respiratórias.
Ventilação: Melhorar a ventilação em ambientes internos, abrindo janelas e portas para permitir a circulação de ar fresco.
Monitoramento de Sintomas: Procurar atendimento médico ao notar agravamento dos sintomas, especialmente em grupos vulneráveis, como crianças e idosos.
Essas medidas são essenciais para controlar a disseminação de infecções respiratórias e proteger a saúde pública, especialmente em períodos de alta circulação viral.