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A Human Rights Watch é uma organização que odeia Israel em sua essência

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A podridão moral no núcleo da Human Rights Watch

José Miguel Vivanco, diretor da Human Rights Watch Américas, segura uma reportagem enquanto se dirige à mídia em Bogotá


A HRW tem visado Israel com repetidas e falsas acusações de “matar civis deliberadamente”, cometer crimes de guerra, punições coletivas e respostas desproporcionais.
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Por GERALD M. STEINBERG
Em 2004, a Human Rights Watch (HRW) lançou um relatório de 133 páginas intitulado "Razing Rafah", acompanhado por uma campanha global de mídia condenando os militares e o governo israelense pelas "demolições em massa de casas em Gaza". A principal acusação era que as ações das Forças de Defesa de Israel (FDI) eram "desnecessárias", "ilegais" e destinadas a manter "controle de longo prazo" sobre Gaza, alegadamente em resposta aos túneis usados por grupos palestinos para contrabandear explosivos e terroristas do Egito para Israel.

Nos 19 anos seguintes, a HRW continuou a condenar automaticamente as ações antiterroristas israelenses em Gaza, intensificando-se após a retirada israelense de Gaza em 2005 e a tomada violenta do poder pelo Hamas em 2007. A HRW foi acusada de desempenhar um papel na proteção do Hamas, ignorando a rede de túneis e centros de comando sob escolas e hospitais, bem como a produção de foguetes para atacar Israel.

Um destaque recente dessa dinâmica foi o vazamento de um e-mail de Danielle Haas, ex-editora sênior da HRW, que revelou a recusa da organização em condenar o massacre do Hamas em 7 de outubro de 2023, optando por justificar os ataques com base no "contexto" do "apartheid" e da "ocupação".

Haas apontou Omar Shakir, diretor da HRW para Israel e Palestina, por suas declarações culpando Israel pelos ataques e expressou preocupações sobre a "podridão moral" no cerne da HRW. Embora não tenha mencionado Ken Roth pelo nome, Haas indicou suas impressões digitais na orientação da HRW, destacando anos de politização e violações dos padrões editoriais relacionados a rigor, equilíbrio e colegialidade, especialmente no capítulo sobre Israel.

O fundador da HRW, Robert Bernstein, também criticou a organização por ajudar a transformar Israel em um "Estado pária" e apontou sua campanha para rotular Israel como o único "estado de apartheid" do mundo.

Em resumo, a HRW enfrentou críticas significativas por sua postura em relação a Israel, sendo acusada de politização, falta de rigor e precisão, bem como de desempenhar um papel na deslegitimação de Israel.

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O escritor é professor de ciência política na Universidade Bar-Ilan e presidente da ONG Monitor.
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