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Elon Musk: 'Do rio ao mar' resultará em suspensão do X / Twitter

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Referências a “Do Rio ao Mar” em tweets na plataforma de mídia social X (Twitter) resultarão em suspensão, disse o proprietário do X, Elon Musk, em um post no sábado.

“Como disse no início desta semana, 'descolonização', 'do rio para o mar' e eufemismos semelhantes implicam necessariamente genocídio”, escreveu ele.

musk


Avisos contidos no microcosmo digital da plataforma de mídia social X, proferidos pelo magnata Elon Musk, ressoam como esperança contra o antissemitismo, ao mencionar a obra intitulada "Do Rio ao Mar" em tweets. 

No último sábado, o eminente proprietário do X declarou que referências a esta obra específica culminariam em medidas de suspensão. Em uma publicação elucidativa, Musk postulou que termos como 'descolonização', 'do rio para o mar' e suas similitudes insinuam inexoravelmente o genocídio.

A indagação que paira é definir os contornos que delimitam os "apelos claros à violência extrema" na esfera dessa plataforma digital. A incerteza persiste quanto à inclusão de vídeos e proclamações que enaltecem o Hamas, bem como convocações para replicar o fatídico "7 de Outubro" – uma data marcada pela invasão de Israel, a tortura, o massacre de 1.200 indivíduos e o sequestro de cerca de 240 pessoas para Gaza, perpetrados por terroristas do Hamas e cidadãos de Gaza alinhados ideologicamente que colaboraram nesse ato.

Em um notável exemplo, Sahar Shehadeh, estudante de biotecnologia avançada do Durham College, emite uma declaração melíflua, exaltando o Hamas e expressando abertamente o desejo de que o fatídico 7 de Outubro se repita incessantemente. Contudo, ela escapa às garras da sanção, pois seu vídeo de elogio aos terroristas foi retuitado por detratores, que denunciaram seu comportamento, alertando potenciais empregadores a não concederem emprego à mencionada estudante.

Outro caso elucidativo é o grupo "Intifada Global", que declara apoio irrestrito à aniquilação do Estado de Israel em sua descrição de perfil na plataforma X. Além disso, nas redes sociais, um mapa incita a "Globalização da Zona de Operações Intifada", identificando a localização de diversos locais judaicos na cidade de Nova York. O congressista nova-iorquino Ritchie Torres soa o alarme, qualificando as organizações judaicas como "inimigas dos povos colonizados" e denominando o 7 de Outubro como "um novo capítulo de luta". Ele adverte que apelos cifrados à violência contra os judeus estão proliferando nas redes sociais, sinalizando um aumento concomitante nos ataques antissemitas e outros incidentes.

Num compêndio, insta-se os judeus da diáspora a ponderarem se os benefícios de um estilo de vida cômodo compensam o crescente risco do recrudescimento do antissemitismo global. Um chamado que ressoa como um eco perturbador, reminiscente do som de 1938.
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