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Planejamos secretamente a invasão há dois anos; A Rússia simpatiza conosco e se beneficia ,disse o terrorista do Hamas, Ali Baraka

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Entrevista do terrorista do Hamas, Ali Baraka no RT Today



Líder sênior do grupo terrorista Hamas, Ali Baraka, revelou, em uma entrevista concedida em 8 de outubro de 2023 e transmitida pela Russia Today, que a organização vinha tramando em segredo a incursão no sul de Israel por cerca de dois anos, enquanto aparentava estar plenamente engajada na administração da Faixa de Gaza. Ele esclareceu que esta foi a razão pela qual o Hamas optou por não se unir à Jihad Islâmica Palestina durante sua última campanha de confrontos com Israel. Baraka ressaltou que o Hamas somente comunicou seus aliados em outras facções palestinas, como o Hezbollah, o Irã, a Turquia e a Rússia, após o início da invasão. Além disso, ele enfatizou que qualquer acordo para a troca de prisioneiros deveria necessariamente incluir aqueles detidos pelo Hamas nos Estados Unidos.
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Mais adiante na entrevista, Baraka revelou que o Hamas obteve a autorização da Rússia para a produção local de munição para armas Kalashnikov, o que denota uma certa simpatia da Rússia para com o grupo.
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 Ali Baraka durante a entrevista desvendou a meticulosa estratégia por trás da incursão no sul de Israel. Com uma maestria do mal, o Hamas há dois anos adotou uma postura aparentemente "racional". Evitou conflitos e não se juntou à Jihad Islâmica durante sua última investida. Enquanto o mundo observava, o Hamas, sob a aparência de governar Gaza e zelar pelos 2,5 milhões de palestinos na região, meticulosamente planejava este ataque monumental.

A "hora zero" foi mantida num sigilo intransponível, compartilhada apenas entre um seleto grupo de líderes do Hamas. O segredo era tão bem guardado que podia ser contado nos dedos de uma mão o número de pessoas que conheciam tanto o momento quanto o escopo do ataque iminente.

O Hamas fez o mundo acreditar que estava comprometido exclusivamente com a administração de Gaza e com o bem-estar da população local. Mas, sob a superfície tranquila, preparava-se meticulosamente para este assalto do terror. O disfarce cuidadosamente mantido pelo Hamas fez com que Israel subestimasse a força e a determinação do grupo, levando-os a acreditar que a região de Gaza era o foco exclusivo de sua atenção.

Em uma reviravolta surpreendente, Baraka revelou que até mesmo os aliados do Hamas, como o Hezbollah e o Irã, foram mantidos no escuro até trinta minutos antes do ataque começar. Uma vez iniciado, todas as facções da resistência palestina e seus aliados foram rapidamente contatados, incluindo os turcos. O Hamas estendeu sua rede de comunicação até os russos, mantendo-os informados sobre os desenvolvimentos e os objetivos da guerra.

Baraka também enfatizou as demandas do Hamas em meio ao conflito, incluindo a libertação dos prisioneiros palestinos nos Estados Unidos. Com uma ousadia impressionante, ele desafiou os Estados Unidos a considerarem uma troca de prisioneiros, apontando para sua participação na guerra ao lado de Israel.

Quanto ao apoio internacional, o Hamas não está sozinho. O Irã, com sua generosidade em termos de armas e financiamento, tem sido um aliado crucial. O Hezbollah permanece ao lado do Hamas, demonstrando uma solidariedade que transcende fronteiras. Além disso, os povos árabes e islâmicos ofereceram suporte, tanto militar quanto político. E até mesmo a Rússia, encontrando alívio nas tensões da Ucrânia, estendeu uma mão amiga ao Hamas, alinhando-se a eles nesse campo de batalha.

Com um arsenal diversificado, o Hamas se preparou meticulosamente para este embate, desenvolvendo uma gama de foguetes com alcances variados, de 250 km a 10 km. Fabricaram morteiros e seus projéteis, bem como rifles Kalashnikov, todos sob uma licença russa, solidificando ainda mais suas capacidades bélicas.

Nesta complexa trama geopolítica, o Hamas demonstra uma astúcia incrível, mostrando ao mundo que, por baixo da aparência tranquila, reside uma determinação inabalável, típica dos sociopatas . O conflito, para o Hamas, é mais do que um simples ato de guerra; é uma demonstração de sua capacidade de destruição da humanidade .
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