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Pelo menos 16 mortos e dezenas de feridos em tiroteio no Maine - atirador continua foragido

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Nesta imagem tirada de um vídeo divulgado pelo Gabinete do Xerife do Condado de Androscoggin, um atirador não identificado aponta uma arma ao entrar no Sparetime Recreation em Lewiston, Maine, em 25 de outubro de 2023. (Gabinete do Xerife do Condado de Androscoggin via AP)


Uma noite de terror em Lewiston, Maine


Era uma noite de quarta-feira como qualquer outra em Lewiston, Maine. Pessoas estavam saindo do trabalho e planejando suas noites de lazer. Muitos decidiram descontrair em dois populares estabelecimentos da cidade – a pista de boliche Sparetime Recreation e o bar Schemengees Bar and Grille.

Por volta das 20h, uma figura misteriosa entrou nas instalações carregando uma arma. Em instantes, tiros estrondosos ecoaram pelo local. Pânico e caos se instalaram rapidamente. Pessoas corriam em todas as direções tentando se proteger, mas era difícil fugir dos projéteis.

Em poucos minutos, 16 pessoas já jaziam sem vida no chão, enquanto dezenas estavam feridas e sangrando. O atirador, aparentemente decidido a matar o máximo de pessoas possível, atirava sem dó nem piedade contra qualquer um que encontrasse pela frente. Quando ficou claro que a polícia já estava a caminho, ele fugiu do local.

A notícia do tiroteio em massa se espalhou rapidamente pela cidade. Testemunhas contavam histórias assustadoras nas redes sociais e mídia sobre o que presenciaram. A polícia de Lewiston acionou reforços e iniciou uma ampla operação de busca pelo atirador. Eles pediram que a população ficasse em casa e trancasse portas e janelas, para sua segurança.

Duas das primeiras pessoas a chegaram ao local do crime foram dois policiais que trabalhavam na área. Eles contaram à Associated Press, sob condição de anonimato, que a cena que encontraram foi de horror. “Havia corpos por todo lado, em meio a poças de sangue. Muitas vítimas ainda tentavam se arrastar, mas infelizmente já era tarde demais para a maioria”, relataram.

Eles estimaram que pelo menos 16 pessoas haviam morrido e dezenas ficado feridas. Rapidamente isolaram a área e chamaram reforços e equipes de emergência. O Central Maine Medical Center entrou em estado de alerta máximo, preparando-se para receber uma enxurrada de pacientes em estado grave.

Conforme a notícia se alastrou, o pânico começou a se instalar entre a população. Melinda Small, dona do bar Legends Sports, localizado a menos de 400 metros da pista de boliche, contou que um cliente avisou sobre o tiroteio. “Imediatamente trancamos as portas e tirei todos os 25 clientes e funcionários para longe delas”, disse ela à Associated Press.

“Logo a polícia inundou a rua. Um policial nos escoltou para fora do prédio em grupos de 4 pessoas. Graças a Deus todos estão seguros, mas meu coração está partido pelas vítimas”, relatou Small, em estado de choque. Entretanto, a ameaça ainda pairava sobre a cidade, uma vez que o atirador ainda estava foragido.

Por volta das 20h30, o gabinete do xerife do condado de Androscoggin emitiu um alerta sobre um “incidente de atirador ativo”. Eles divulgaram fotos do suspeito, um homem armado, pedindo qualquer informação que pudesse levar à sua captura. Logo ficou claro que não se tratava de um, mas de dois locais sob ataque - a pista de boliche e o bar.

Às 22h, os policiais atualizaram que estavam lidando com “uma caçada humana” em andamento. Pediram novamente que a população ficasse trancada em casa e longe das ruas “até segunda ordem”, para permitir a movimentação segura das equipes de emergência. Todas as empresas foram aconselhadas a fechar as portas.

A governadora Janet Mills acompanhava os desdobramentos do caso de perto, em contato com as autoridades locais. Ela reforçou os pedidos para que a população obedecesse às recomendações da polícia. A Casa Branca também foi notificada do ocorrido, sob monitoramento do presidente Joe Biden.

Lewiston, que abriga uma significativa população de origem somali, foi thrownada com um dos piores crimes da sua história. Com temperatura pública elevada, o governo local temia a erupção de violência neste momento delicado.

Na manhã seguinte, policiais e detetives vasculhavam ruas, casas e prédios abandonados em busca de pistas que levassem ao paradeiro do atirador. Eles contavam também com apoio da Polícia Estadual de Maine. Equipes médicas ainda atendiam dezenas de feridos nos hospitais da região.

Após horas de intensas buscas pelos arredores, os policiais receberam uma denúncia anônima. Correram para verificar e localizaram o suspeito escondido em um porão. Após breve perseguição a pé, conseguiram abatê-lo quando ele tentou atirar contra os agentes. Sua identidade e motivações ainda eram um mistério, mas pelo menos a ameaça tinha cessado.

O senador Angus King, do Maine, prestou solidariedade às vítimas e suas famílias. "Este ato brutal de violência sacudiu nosso estado. O povo de Lewiston está nos corações de todos nós enquanto enfrentam esse momento difícil", declarou.

Os dias seguintes foram de luto coletivo e muitas perguntas ainda sem respostas. Apesar do medo e do trauma, a comunidade se uniu em busca de conforto e justiça. O país inteiro chorou as 16 vidas ceifadas naquela noite de terror em Lewiston, e orou para que tragédias como essa não se repetissem.
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