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Evo Morales: o retorno e os desafios da política na Bolívia

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O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula Da Silva, o presidente da Argentina Alberto Fernandez e o ex-presidente da Bolívia Evo Morales acenam para apoiadores durante um evento no Centro Cultural Kirchner (CCK) como parte da visita oficial a Buenos Aires participará de uma reunião da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos na terça-feira, 23 de janeiro de 2023, em Buenos Aires, Argentina



Introdução
A surpreendente decisão de Evo Morales de concorrer novamente à presidência da Bolívia em 2025 abalou o cenário político do país. Após 14 anos no poder, Morales, conhecido como Evo, enfrentou uma série de desafios e reviravoltas em sua carreira política. Neste artigo, exploraremos o contexto desse anúncio, os desafios que Morales enfrentará e como isso impactará a política boliviana.

O Regresso de Evo Morales

Evo Morales, juntamente com Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, foi parte de uma onda de líderes de esquerda que moldaram a política na América Latina. Após perder um referendo sobre limites de mandato e uma eleição contestada em 2019, Morales fugiu do país e viveu no exílio no México e na Argentina. Mas agora, com seu anúncio de candidatura, ele busca imitar o retorno de Lula ao poder.

Uma Divisão no Partido MAS

A decisão de Morales dividiu o partido socialista MAS, que está atualmente no poder. Os apoiadores de Luis Arce, o atual presidente, e os leais a Morales acusam-se mutuamente de corrupção e má conduta. A luta pelo controle do partido promete ser acirrada.

Arce vs. Morales

Luis Arce, que venceu as eleições de 2020 com o apoio de Morales, agora trilha seu próprio caminho político, distanciando-se do ex-presidente. Ele possui uma vantagem na luta pelo poder, já que controla mais recursos como chefe de Estado. A pesquisa de julho mostra que Arce é mais popular, com 36% de aprovação, enquanto Morales tem apenas 25%.

Crise Econômica e Desafios

O retorno de Morales coincide com uma crise econômica na Bolívia. Seu anúncio abalou os mercados, e o país enfrenta uma crescente crise de balança de pagamentos. A divisão no partido MAS só aumenta a instabilidade política, o que pode beneficiar um candidato fora do partido em 2025.

A Era da "Maré Rosa"

Morales, Lula e Chávez foram parte da "Maré Rosa" que dominou a política latino-americana na década de 2000. Morales presidiu um período de crescimento econômico e redução da pobreza, tornando-se um ícone para os movimentos socialistas. No entanto, a queda nos preços das exportações de gás natural levou à atual crise econômica.

Durante o governo de Evo Morales, houve denúncias de corrupção. Como acontece em muitos governos ao redor do mundo, as alegações de corrupção não eram incomuns na política boliviana

As denúncias de corrupção durante o governo de Evo Morales na Bolívia incluíram:

Escândalo de licitações públicas: Houve denúncias de irregularidades em processos de licitação pública envolvendo contratos do governo, que levaram a suspeitas de corrupção.

Má administração de fundos públicos: Foram feitas alegações de má administração de fundos públicos em diversos setores, levando a suspeitas de desvio de recursos.

Caso Fondo de Desarrollo Indígena (Fondioc): O Fondioc era um fundo de desenvolvimento indígena na Bolívia que enfrentou alegações de corrupção, incluindo o desvio de fundos destinados a projetos de desenvolvimento indígena.

Caso CAMC: Este caso envolveu alegações de favorecimento em contratos de construção concedidos à empresa chinesa CAMC Engineering, que tinha ligações com um parente de Morales. As acusações incluíram favorecimento e possíveis irregularidades nos contratos.

Corrupção em instituições governamentais: Houve alegações de corrupção em instituições governamentais, incluindo casos de suborno e má conduta por parte de funcionários públicos em vários níveis do governo.

O Retorno de Evo Morales: Um Desafio para a Bolívia

O retorno de Evo Morales à política boliviana é marcado por desafios significativos. Sua decisão dividiu o partido MAS e ocorre em meio a uma crise econômica. Enquanto busca imitar o retorno de Lula, Morales enfrentará uma luta pelo poder contra Luis Arce. O resultado dessa batalha política moldará o futuro da Bolívia e da região.

Perguntas Frequentes

1. Evo Morales já foi presidente da Bolívia antes?

Sim, Evo Morales governou a Bolívia por 14 anos antes de sair do cargo e viver no exílio.

2. Quem é Luis Arce e qual é sua relação com Evo Morales?

Luis Arce é o atual presidente da Bolívia e foi eleito com o apoio de Evo Morales. No entanto, os dois se distanciaram politicamente.

3. Como a decisão de Morales afeta a economia boliviana?

O anúncio de Morales abalou os mercados e coincidiu com uma crise econômica na Bolívia, aumentando a instabilidade.

4. O que é a "Maré Rosa" na política latino-americana?

A "Maré Rosa" foi um período em que líderes de esquerda, como Morales, Lula e Chávez, dominaram a política na América Latina.

5. Qual é o impacto da divisão no partido MAS na política boliviana?

A divisão no partido MAS cria instabilidade política e pode beneficiar candidatos fora do partido nas próximas eleições.
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