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TPI analisará participação de Cuba em crimes Venezuelanos, afirma advogado

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O Tribunal Penal Internacional terá a responsabilidade de examinar o envolvimento de Cuba nos delitos ocorridos na Venezuela.
tribunal penal internacional em Haia


TPI Investigará Relação entre Cuba e Crimes de Direitos Humanos na Venezuela

"Os advogados venezuelanos Laura Louza e Juan Carlos Gutiérrez Cremades estão analisando a investigação realizada pelo Tribunal Penal Internacional na Venezuela, apesar das objeções do governo de Nicolás Maduro. Em 21 de julho, o Tribunal Penal Internacional (TPI) rejeitou o recurso apresentado pelo governo de Nicolás Maduro, que buscava interromper as investigações sobre crimes contra a humanidade ocorridos na Venezuela. Essa investigação está sendo conduzida pelo promotor do TPI, Karim Khan."

"Nicolás Maduro tentou dissuadir o TPI por meio de diversos recursos legais e alega que o processo contra ele está sendo impulsionado pelos Estados Unidos."
"O advogado venezuelano de direitos humanos Juan Carlos Cremades acusa o governo cubano de estar implicado nos crimes contra a humanidade."

"No futuro, o TPI terá a tarefa de examinar minuciosamente o papel dos funcionários do governo cubano na realização de crimes contra a humanidade na Venezuela. Já existem grupos de vítimas fornecendo informações a respeito disso", afirmou Cremades."

"A advogada venezuelana Laura Louza, que é codiretora da ONG Acceso a la Justicia, esclarece que os delitos contra a humanidade não têm um limite temporal para sua persecução. 'Esses delitos nunca prescrevem, então estamos trabalhando para garantir que os responsáveis sejam responsabilizados em escala global'."

"Para que o TPI inicie uma investigação em um país, esse país deve ser signatário do Estatuto de Roma. 'Normalmente, onde existe uma ditadura, também há violações dos direitos humanos e a possibilidade de crimes contra a humanidade. Porém, o país deve ser parte do estatuto para que a investigação possa ser iniciada. Esse não é o caso de Cuba. Contudo, não há dúvidas sobre a estreita relação entre o governo venezuelano e o governo cubano', observa Louza, acrescentando que isso coloca ainda mais pressão sobre o regime cubano."

"Apesar do consentimento do país onde a investigação será conduzida, conforme estabelecido pelo Estatuto de Roma do TPI, ser crucial para o trabalho do tribunal, Louza menciona o exemplo da Ucrânia. 'A Ucrânia não é signatária do Estatuto de Roma. A investigação foi iniciada porque 38 Estados denunciaram violações dos direitos humanos à TPI. Isso poderia criar uma abertura para casos semelhantes ao de Cuba', afirma o advogado, ressaltando a importância de considerar países em conflito."

"A investigação liderada pelo proeminente promotor Karim Khan no TPI na Venezuela é um acontecimento histórico nas Américas. 'Tradicionalmente, o TPI era associado principalmente à África. Ele interveio ou está ativo em nações como Sudão, República do Congo, Mali, Burundi, Mianmar e Afeganistão...'", acrescenta Louza."

"'A Venezuela está enfrentando uma situação semelhante à dos países africanos com conflitos armados. Estamos testemunhando cenários de guerrilha e um governo que exerce sua autoridade de maneira prejudicial', diz Louza."

"Apesar do trabalho realizado pelo TPI, 'os órgãos de proteção dos direitos humanos não têm a função de mudar governos. Fazer denúncias pode influenciar as lideranças a mudarem suas posturas. Governos não podem ser depostos, mas precisamos estar cientes disso e evitar escolher líderes com características prejudiciais. Existem padrões recorrentes, frequentemente associados a governos populistas que, uma vez no poder, começam a restringir espaços democráticos'."

"Sobre as medidas que o TPI pode adotar, Cremades explica que 'essas são de natureza processual'. Um certificado do Ministério Público pode confirmar a existência de crimes contra a humanidade. 'Ficou evidente que o sistema de justiça venezuelano não oferece garantias nos procedimentos judiciais e os mecanismos existentes para proteger as vítimas e prevenir a impunidade não são eficazes', ressalta."



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