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Nações amazônicas falham em estabelecer meta comum contra desmatamento

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Nações amazônicas se reuniram na cidade brasileira de Belém para discutir estratégias para acabar com o desmatamento na região. No entanto, apesar do compromisso conjunto, os países deixaram metas individuais, ficando aquém de acabar totalmente com o desmatamento até 2030, como proposto inicialmente pelo presidente brasileiro Lula.
Desmatamento na Amazônia: cooperação regional ainda distante da ambição necessária

Amazônia no centro de cúpula que deixa a desejar em metas concretas

A preservação da Amazônia é crucial no combate às mudanças climáticas, abrigando grandes quantidades de carbono em suas árvores. Na abertura da cúpula, Lula enfatizou a urgência de atuar em conjunto, diante da crise climática. Embora o desmatamento no Brasil tenha caído desde que assumiu, milhares de km2 ainda são perdidos anualmente.

A declaração resultante, batizada Declaração de Belém, estabeleceu uma aliança para conter o desmatamento, porém permitindo que cada nação persiga suas próprias metas. Incluiu compromissos para cooperação em áreas como gestão hídrica e saúde, além de posições conjuntas em conferências climáticas.

A linguagem menos assertiva desapontou alguns ambientalistas. Porém, a reunião sinalizou o desejo regional de buscar soluções para a crise climática. Houve divergências, como a Colômbia defendendo a proibição de novas explorações de petróleo, enquanto o Brasil considera expandi-las.

Ainda assim, o encontro fortaleceu a voz da região no combate climático, precursora da COP de 2025 que também ocorrerá em Belém. Simultaneamente, painel da UE confirmou julho como mês mais quente da história, reiterando a urgência de ações.

As árvores amazônicas armazenam grandes quantidades de carbono, absorvendo continuamente o gás. O desmatamento libera esse carbono na atmosfera, agravando o aquecimento global. Limitar o aumento de temperatura depende de cortes drásticos nas emissões globais.

Portanto, deter o desmatamento na Amazônia é fundamental para o equilíbrio climático do planeta. A reunião em Belém, apesar de aquém das expectativas iniciais, sinaliza a disposição regional para enfrentar esse desafio compartilhado. A cooperação internacional e metas ambiciosas ainda serão necessárias para evitar um “ponto sem retorno” no bioma amazônico, heartland climático do mundo.



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