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EUA consideram enviar pessoal armado para proteger navios no Estreito de Ormuz

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Marinha dos EUA, Artayja Stewart, de Clarksville, Tennessee, fica de guarda ao lado de uma metralhadora a bordo do USS Paul Hamilton no Estreito de Ormuz. (Arquivo/AP)


Plano sem precedentes dos EUA visa impedir apreensões de navios pelo Irã no Estreito de Ormuz


Os militares dos EUA estão considerando colocar pessoal armado em navios comerciais que navegam pelo Estreito de Ormuz, em uma ação sem precedentes destinada a impedir que o Irã apreenda e assedie embarcações civis, segundo quatro autoridades americanas ouvidas pela Associated Press.

Os EUA nem deram esse passo durante a chamada "Guerra dos Petroleiros" com o Irã nos anos 1980, que culminou em uma batalha naval de um dia entre a Marinha dos EUA e o Irã em 1988, a maior da Marinha desde a Segunda Guerra Mundial.

Embora poucos detalhes do novo plano tenham sido divulgados, ele ocorre enquanto milhares de fuzileiros navais e marinheiros da USS Bataan e USS Carter Hall se dirigem ao Golfo Pérsico. Eles poderiam prover segurança armada no estreito por onde passa 20% de todo o petróleo bruto mundial.

Quatro autoridades americanas reconheceram os amplos contornos do plano, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada. As discussões continuam entre oficiais militares dos EUA e aliados do Golfo.

Os fuzileiros navais e marinheiros dariam segurança somente quando solicitados pelos navios. O envio das embarcações Bataan e Carter Hall foi descrito pelo Pentágono como resposta às tentativas do Irã de ameaçar o livre fluxo de comércio no Estreito de Ormuz.

Os EUA já enviaram aviões e um contratorpedeiro à região devido às ações iranianas no mar. O Irã criticou a presença de "estrangeiros" na segurança regional.

As tensões renovadas ocorrem enquanto o Irã agora enriquece urânio perto de níveis de qualidade militar, após o fim do acordo nuclear de 2015. Os EUA também têm perseguido navios supostamente transportando petróleo iraniano sancionado.

Em resumo, diante das crescentes tensões com o Irã, os EUA consideram uma medida sem precedentes de colocar pessoal armado em navios comerciais no Estreito de Ormuz para impedir apreensões pelo Irã. Milhares de fuzileiros navais dos EUA se dirigem ao Golfo Pérsico, podendo prover tal segurança armada na crucial rota de petróleo. Autoridades dizem que não foi tomada nenhuma decisão final sobre o polêmico plano, que geraria forte reação do Irã.
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