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Além dos mitos: revelações e mistérios das figuras e eventos religiosos

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As Origens Místicas das Religiões e sua Relação com Eventos Históricos: Uma Crônica


Por séculos, os contos bíblicos da criação, do dilúvio e dos milagres de Deus cativaram a imaginação da humanidade. No entanto, muitos se perguntam se essas narrativas têm algum fundo de verdade histórica. Novas descobertas arqueológicas e avanços na genética estão revelando pistas sobre nossas origens ancestrais e colocando esses relatos sagrados em uma nova perspectiva.

Este é um relato das investigações sobre as raízes dessas lendas e sua conexão com civilizações perdidas, assim como os conflitos que surgiram entre diferentes interpretações da fé. É também a crônica da busca pela verdade histórica por trás dos mitos, uma jornada que frequentemente colocou os pesquisadores em rota de colisão com as ortodoxias religiosas.

No início, os estudiosos buscaram as origens no judaísmo, cristianismo e islamismo, mas descobriram que os textos sagrados haviam sido alterados por escribas ao longo dos séculos. Assim, recorreram à etimologia e ao folclore para rastrear os movimentos ancestrais das tribos e seus encontros, que deixaram suas marcas nos nomes dos lugares.

O professor Godfrey Higgins concluiu que as palavras forneciam as evidências mais dramáticas de nosso passado oculto. Escritores árabes mapearam com precisão as rotas de migração usando esse método. O dr. Osman identificou figuras bíblicas com personagens históricos. Mas à medida que essas conexões emergiam, também cresciam as tentativas de ocultar certos fatos inconvenientes.

Ao mesmo tempo, o estudo genético estava revelando os padrões ocultos dos movimentos humanos ao redor do mundo, abalando ensinamentos consagrados sobre nossas origens. Ao rastrear genes mitocondriais ao longo das linhagens femininas, os cientistas poderiam mapear a ascensão e queda de civilizações inteiras. Quando essas origens forem totalmente elucidadas, nossos poucos contos de destruição parecerão infantis. Pesquisadores destemidos estão abrindo caminho nessa área.

As reivindicações sobre locais sagrados na Terra Santa tornaram-se uma fonte de conflito entre judeus, cristãos e muçulmanos. Os templários alinharam-se aos muçulmanos xiitas contra os sunitas, o que explica sua aliança com os Hashishin liderados por Hassan. O califado tolerante de Córdoba também se opunha aos sunitas. Era um Islã brando que respeitava os cristãos.

Mas Jesus e Maomé pregavam o amor e o perdão, não a vingança e o ódio encontrados na lei de Talião e na Sharia. Eles defendiam a compaixão, não os massacres brutais. Até Abraão foi aconselhado pelos sacerdotes de Salém a abandonar os sacrifícios de sangue.

Infelizmente, com as Cruzadas e a Inquisição, a igreja se voltou para a matança em nome de Jesus. Centenas de milhões pereceram desnecessariamente. A igreja buscava vingança contra os templários e seu conhecimento liberado. Até os jesuítas acabaram sendo perseguidos.

A busca por respostas continua. Quem foi realmente Noé, Moisés, Jesus, João Batista e outros? A rainha de Sabá era Hatshepsut? Salomão e Davi escondem outras identidades? Anjos intervieram em eventos bíblicos? Jesus sobreviveu à crucificação? Onde estão os corpos de Alexandre, o Grande e Joana D'Arc?

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As origens místicas das principais religiões e sua relação com eventos e personagens históricos são temas que têm fascinado a humanidade por séculos. Em especial, a historicidade de figuras como Noé, Moisés, Jesus Cristo e outros personagens bíblicos gera grande curiosidade e debate.

Noé, por exemplo, é uma figura fundamental no relato bíblico do Dilúvio, mas sua real existência como um indivíduo histórico ainda não foi comprovada. O mesmo ocorre com Moisés, cuja possível identificação com o faraó Akhenaton tem sido sugerida, mas não confirmada. Outras teorias também propõem que Moisés foi um egípcio iniciado nos mistérios de Heliópolis.

Sobre Jesus Cristo, a dúvida principal é se ele realmente sobreviveu à crucificação, como sugerem certas tradições esotéricas e a possibilidade de que tenha deixado descendentes. O local de seu túmulo também é desconhecido.

Outro ponto nebuloso é a identidade da lendária Rainha de Sabá, que pode ter sido na verdade a rainha-faraó Hatshepsut, famosa por suas expedições a terras distantes. E especula-se que Salomão e o rei Davi possam ter sido personagens diferentes do que a Bíblia descreve.

Alguns estudiosos também investigam o papel de seres interpretados como anjos na Bíblia, questionando se teriam sido extraterrestres ou humanos enviados em missões específicas.

E há mistérios como o túmulo de Alexandre, o Grande, que nunca foi encontrado, assim como os restos mortais de Joana D'Arc.

Resolver esses enigmas exige superar o academicismo conservador e as resistências religiosas. Mas essas questões continuam mobilizando os pesquisadores livres e destemidos dispostos a revolucionar nossa compreensão do passado. A jornada para elucidar essas origens ocultas e suas conexões com fatos históricos permanece em aberto.

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Essas são algumas das muitas perguntas que imploram por respostas. Enquanto o establishment acadêmico evita essas questões, só os destemidos pesquisadores, bons e ruins, podem chegar perto da verdade. É uma busca que continua, apesar da resistência das ortodoxias.

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