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Rússia corta entregas de gás para a Europa via Nord Stream 1

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A Rússia reduzirá o fornecimento de gás através de seu maior gasoduto para a Alemanha para apenas um quinto da capacidade a partir de quarta-feira, em uma medida que ameaça deixar o continente sem suprimentos críticos antes do inverno.

A estatal russa Gazprom disse na segunda-feira que cortaria os fluxos existentes no oleoduto Nord Stream 1 pela metade para apenas 20% da capacidade, já tendo reduzido para 40% no mês passado. Políticos europeus criticaram a “armaização” do fornecimento de gás da Rússia.

A Gazprom culpou a disponibilidade de turbinas pelos cortes, mas uma porta-voz do Ministério da Economia da Alemanha disse que “não há razão técnica para uma redução na oferta”.

As capitais europeias interpretarão o movimento da Gazprom como a Rússia mostrando sua disposição de usar gás em retaliação às sanções ligadas à invasão da Ucrânia.

A Europa já está lutando para encher as instalações de armazenamento de gás, levando a alertas de racionamento para a indústria e preocupações com a escassez de usuários domésticos.

A Gazprom afirmou que os volumes teriam que ser cortados ainda mais por causa da manutenção de uma turbina usada para bombear gás através do gasoduto, mas analistas do setor de gás disseram que isso não causará uma queda acentuada nos fluxos.

Laurent Ruseckas, analista da S&P Global Commodity Insights, disse que o movimento da Gazprom “se encaixa no padrão que vem sendo exibido há meses e meses, que é a contínua redução dos fluxos de oleodutos para manter os suprimentos apertados e complicar o armazenamento”.

Ameaça de Putin
Os preços do gás europeu dispararam depois que a Gazprom sinalizou que o volume de gás que flui para o continente seria reduzido. Eles subiram 10 por cento na segunda-feira, sendo negociados a € 177 por megawatt-hora – cinco vezes mais do que o preço de um ano atrás.

Os fluxos de gás cairão para 33 milhões de metros cúbicos de gás por dia a partir das 4h GMT de quarta-feira, disse a empresa, abaixo de uma capacidade total de mais de 160 milhões de metros cúbicos e metade dos fluxos atuais. A Gazprom retomou o fornecimento parcial de gás através do NS1 na semana passada após uma interrupção para reparos.

O monopólio estatal de gás disse que estava cortando o fluxo porque estava parando uma turbina para manutenção, cumprindo uma ameaça feita pelo presidente russo Vladimir Putin na semana passada em Teerã de reduzir os volumes.

A queda adicional nos fluxos de gás russo ocorre quando os usuários europeus de energia enfrentam uma crise de custo de vida e como a indústria luta para continuar funcionando, em grande parte devido ao aumento dos preços do gás.


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Houve preocupações na Europa de que a Rússia interromperia completamente as exportações de gás, levando a Comissão Europeia a dizer aos Estados membros da UE que reduzam seu consumo em 15% durante o inverno.

Moscou atribuiu a interrupção do mês passado à necessidade de consertar uma turbina que havia sido enviada ao Canadá para reparos. O Canadá renunciou este mês às sanções por fornecer à Gazprom equipamentos para permitir que a Siemens Energy, a empresa que conserta a turbina, a devolva.

Analistas de Berlim e do mercado de gás dizem que a Rússia usou a questão das turbinas como pretexto para cortar fluxos.

A Gazprom culpou a Siemens Energy, fornecedora de turbinas, pelos problemas. Ele disse que a empresa ainda tem “questões em aberto” sobre as sanções britânicas e da UE. 
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🖥️ FONTES : 
Com Agências

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