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Saúde e Eleições: Expectativas vs. Realidade

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Resumo

Existência de picos de investimento em saúde em coincidência com meses que antecedem os períodos eleitorais


Uma série histórica do orçamento da União que aponta a existência de picos de investimento em saúde em coincidência com meses que antecedem os períodos eleitorais, de forma geral, é indicativo de que em ano de pleitos (municipais, estaduais ou federais) dos cofres públicos tendem a ser mais ágeis e eficaz em repasse e pagamentos.

De acordo com a análise do CFM, janeiro a abril de 2014 as aplicações em saúde atingiram quase R $ 1,4 bilhão, impulsionadas anteriores pela postergação de pagamentos de despesas de 2013 (os chamados restos a pagar).

Isso significa dizer que, a frente da construção, ampliação e reforma de unidades de saúde e da compra de equipamentos médico-hospitalares para atender ao Sistema Único de Saúde (SUS), constam obras em rodovias, estádios e até a aquisição de máquinas e equipamentos rural.

Segundo o Ipea, em dezembro de 1998 (ano da reeleição de Fernando Henrique Cardoso), taxa anualizada de investimento das administrações públicas era de 2,4% do PIB (proporção relativa a valores acumulados ao longo do ano), no ano seguinte cai para cerca de 1,5%.


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