Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil estão em ascensão, conforme indicado pelo boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado em 6 de março de 2026. Entre 22 e 28 de fevereiro, quase todos os estados do país relataram um aumento significativo nos casos de SRAG, com exceção de Roraima, Tocantins, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.
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| Painel Infogripe |
Principais Agentes Causadores
Os principais vírus identificados como responsáveis pelo aumento dos casos incluem:
Rinovírus: Predominante entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.
Vírus Sincicial Respiratório (VSR): Principalmente afetando crianças menores de 2 anos.
Influenza A: Impactando jovens, adultos e idosos.
Dados Estatísticos
Desde o início do ano, foram notificados 14.370 casos de SRAG, resultando em 840 mortes. A distribuição dos vírus entre os casos notificados é a seguinte:
SARS-CoV-2 (causador da COVID-19): 40,8%
Influenza A: 28,1%
Rinovírus: 17,3%
Os óbitos se concentram, em sua maioria, entre a população idosa.
Tendências Regionais
Dez estados apresentaram níveis de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas, incluindo Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Sergipe e o Distrito Federal. O aumento nos casos é especialmente notável em estados como o Acre e o Amazonas, onde o VSR também está contribuindo para o crescimento das internações em crianças.
Considerações Finais
A sazonalidade dos vírus respiratórios e o retorno às aulas são fatores que podem estar contribuindo para o aumento dos casos. Especialistas recomendam precauções, como o uso de máscaras em ambientes fechados, especialmente para crianças e adolescentes.
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