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Maceió AL - -

Sob a mira da Polícia Federal, SESAU deixa HGE à mercê da superlotação e falta de medicamentos

 Desvios de R$ 120 milhões na SESAU afetam direto o atendimento no HGE

O SINDPREV-AL entregou um documento à direção do Hospital Geral do Estado (HGE) em 15 de dezembro de 2025 denunciando formalmente a superlotação, o risco assistencial e a violação das condições de atendimento. 

"Esperamos que a Polícia Federal e os órgãos judiciais investiguem, punam e que os recursos desviados sejam devolvidos ao erário para a melhoria de todo o sistema." SINDPREV


A diretora do sindicato, Olga Chagas, se reuniu com o Diretor Médico do HGE, Miquéias Damasceno Júnior, e o Coordenador de Assistência Hospitalar, Elton Leandro, para discutir as precárias condições de trabalho enfrentadas pelos servidores, especialmente os Técnicos de Enfermagem.


SINDPREV entregou documento à direção do HGE com denúncia formal sobre superlotação, risco assistencial e violação das condições de atendimento
SINDPREV entregou em 15 de dezembro de 2025, documento à direção do HGE com denúncia formal sobre superlotação, risco assistencial e violação das condições de atendimento



A situação no HGE era alarmante, com a Ala Vermelha (Trauma) operando com uma superlotação de mais de 150%, onde apenas quatro trabalhadores atendiam entre 25 e 40 pacientes simultaneamente. Isso não apenas ultrapassava o dimensionamento legal, mas também gerava um ambiente de trabalho desumano e estressante para os profissionais de saúde.

Além disso, o sindicato destacou a falta de insumos e medicamentos, que tem sido uma constante, agravada por um recente escândalo de corrupção envolvendo desvios de recursos na Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas (SESAU). O SINDPREV-AL exigiu uma intervenção urgente das autoridades competentes para resolver essa crise e garantir condições adequadas de atendimento e trabalho.

Promessas só no papel

Até o momento, as promessas feitas pela administração do hospital não foram cumpridas, e a situação se agrava com demissões e nomeações de funcionários que figuram na folha de pagamento sem realizar qualquer trabalho efetivo. Basta somente acompanhar a entrada no HGE durante o período da manhã e a noite!

Funcionários fantasmas e corrupção na SESAU comprometem gestão do HGE


Além disso, há relatos de que alguns funcionários, apesar de constarem na escala, burlam o sistema de ponto eletrônico, marcando presença apenas visualmente e retornando para casa ou para outros locais de trabalho. Há casos em que esses funcionários nem sequer comparecem ao trabalho, mas são abonados, o que levanta sérias preocupações sobre a gestão e a transparência no HGE.

Essa situação reflete um quadro de desorganização e falta de responsabilidade na administração do hospital, que já enfrenta desafios significativos, como a superlotação e a escassez de insumos, exacerbados por problemas de corrupção desbaratado pela polícia federal na SESAU e má gestão.


Como a corrupção na Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas afeta o HGE?



A corrupção na Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas (SESAU) tem um impacto profundo e devastador no Hospital Geral do Estado (HGE). Recentemente, a Polícia Federal revelou um rombo de R$ 120 milhões na SESAU, o que expôs um esquema de corrupção que inclui desvio de recursos e lavagem de dinheiro. Essa situação tem contribuído para o colapso do sistema de saúde pública em Alagoas, refletindo diretamente nas condições do HGE.

Efeitos da Corrupção no HGE:



Superlotação e Falta de Insumos: A corrupção e a má gestão resultaram em uma grave falta de insumos e medicamentos, levando à superlotação do HGE. Pacientes são frequentemente vistos em corredores, aguardando atendimento em condições precárias, o que agrava a crise de saúde pública.


Desvio de Recursos: Os desvios de recursos destinados à saúde pública significam que o dinheiro que deveria ser utilizado para melhorar as condições de atendimento e infraestrutura do HGE está sendo desviado para interesses pessoais de envolvidos no esquema. Isso inclui pagamentos indevidos a empresas que não prestaram os serviços contratados, resultando em uma grave crise de confiança na administração da saúde.


Aumento da Carga de Trabalho: Com a redução de recursos e a superlotação, os profissionais de saúde no HGE enfrentam uma carga de trabalho insustentável, o que não apenas compromete a qualidade do atendimento, mas também afeta a saúde mental e física dos trabalhadores.


Consequências para os Pacientes: A corrupção e a má gestão resultam em atrasos nos atendimentos e na realização de procedimentos médicos, com pacientes enfrentando longas esperas e, em muitos casos, a falta de tratamento adequado. Isso tem levado a um aumento nas taxas de mortalidade e complicações de saúde que poderiam ser evitadas.


Em resumo, a corrupção na SESAU não apenas compromete a integridade financeira do sistema de saúde, mas também resulta em consequências diretas e severas para a população que depende do HGE para atendimento médico. A situação exige uma resposta urgente das autoridades para restaurar a confiança e garantir que os recursos públicos sejam utilizados de maneira eficaz e transparente.

Nada  melhor para a população de Alagoas, do que uma visita do Ministério Público, Organizações sindicais  e conselhos de classe , além da polícia federal , ao Hospital Geral do estado em Maceió!

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