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ONU autoriza uma segunda vacina contra a malária

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ARQUIVO - Um bebê da vila de Tomali, no Malawi, é injetado com a primeira vacina do mundo contra a malária em um programa piloto, em 11 de dezembro de 2019. A Organização Mundial da Saúde autorizou uma segunda vacina contra a malária na segunda-feira, 2 de outubro de 2023, uma decisão isso poderia oferecer aos países uma opção mais barata e mais eficaz do que a primeira vacina do mundo contra a doença parasitária. (Foto AP / Jerome Delay, arquivo)


A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou uma segunda vacina contra a malária nesta segunda-feira, oferecendo aos países uma alternativa mais acessível e prontamente disponível à primeira vacina mundial contra essa doença parasitária. A nova vacina de três doses, desenvolvida pela Universidade de Oxford em colaboração com o Serum Institute of India, demonstrou ser mais de 75% eficaz e fornece proteção por pelo menos um ano com um reforço. A OMS estima que cada dose dessa nova vacina custaria entre US$ 2 e US$ 4, tornando-a uma opção mais acessível para muitos países em comparação com a primeira vacina, conhecida como Mosquirix e fabricada pela GSK, que é apenas cerca de 30% eficaz, requer quatro doses e tem uma proteção de curta duração. A Mosquirix enfrentou críticas e foi considerada menos eficaz, levando a Fundação Bill & Melinda Gates a reduzir seu apoio financeiro à sua implementação.

No entanto, os especialistas da OMS não determinaram qual das duas vacinas é mais eficaz com base nos dados disponíveis. A nova vacina tem potencial para ter um impacto significativo na redução de doenças graves e mortes por malária em todo o mundo, especialmente em regiões onde a doença é endêmica. No entanto, vale ressaltar que nenhuma das vacinas contra a malária interrompe a transmissão, e outros esforços, como o uso de mosquiteiros tratados com inseticida e a pulverização de inseticidas, também são essenciais para controlar a malária.

Além disso, a OMS também aprovou a vacina contra a dengue fabricada pela Takeda, que mostrou ser eficaz na prevenção da hospitalização de pessoas com dengue e na redução dos sintomas em áreas de alta prevalência da doença. Esta vacina será recomendada para crianças de 6 a 16 anos em países com alta prevalência de dengue.

Ambas as decisões representam avanços importantes na luta contra doenças transmitidas por mosquitos, como a malária e a dengue, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, especialmente em regiões tropicais.
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