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Crise de saúde no Sudão: sarampo e desnutrição ceifam vidas inocentes

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Sarampo e desnutrição envolvidos na morte de crianças no Sudão



Sarampo e Desnutrição implicados na tragédia infantil em meio à crise de saúde no Sudão


A comunidade global está alarmada com a crescente tragédia que assola o Sudão, um país já devastado pela guerra. Nos últimos quatro meses, aproximadamente 1.200 crianças menores de 5 anos, residentes em nove campos de refugiados, perderam suas vidas devido a um surto suspeito de sarampo e agravamento da desnutrição. A Agência das Nações Unidas para os Refugiados e a Organização Mundial da Saúde (OMS) soaram o alarme, instando o mundo a agir com urgência para evitar mais mortes.

A Cruel Realidade nos Campos de Refugiados

Filippo Grandi, o Alto Comissário da ONU para os Refugiados, destacou que o mundo possui os recursos e o financiamento necessários para evitar essa tragédia, que é resultado de um conflito devastador e da negligência global. É essencial reconhecer que as mortes dessas crianças são evitáveis, mas requerem uma resposta imediata.

A escassez de pessoal, equipamentos e suprimentos médicos nas instalações de saúde do Sudão é agravada por ataques indiscriminados a essas instalações, aos pacientes e ao transporte de suprimentos vitais. Além do surto de sarampo e desnutrição, o país também enfrenta surtos de cólera, dengue e malária. A situação é desoladora e exige uma ação imediata.

O Apelo da OMS e da ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados 

Tedros Adhanom Ghebreyesus, PhD, Diretor-Geral da OMS, fez um apelo aos doadores para que sejam generosos e às partes envolvidas no conflito para que garantam a segurança dos profissionais de saúde e o acesso à assistência médica para todos que dela necessitam. Este é um apelo urgente para salvar vidas e aliviar o sofrimento humano.

Impactos nos Países Vizinhos

Os países vizinhos que estão recebendo os refugiados sudaneses também estão enfrentando os impactos diretos dessa crise. O Sudão do Sul, por exemplo, relata um aumento significativo de casos de sarampo e desnutrição entre as crianças que chegam do Sudão, especialmente do estado do Nilo Branco.

Na região de Amhara, na Etiópia, estamos testemunhando um surto de cólera em locais que abrigam mais de 18 mil pessoas que fugiram do conflito no Sudão. Com o fornecimento limitado de vacinas contra a cólera, já foram registradas 8 mortes e 435 casos suspeitos. Essas comunidades estão enfrentando desafios significativos na luta contra essa doença devastadora.

Além disso, prestadores de cuidados de saúde no Chade também relatam níveis alarmantes de subnutrição em crianças que fugiram do Sudão. A crise de saúde transcende fronteiras e requer uma resposta regional e internacional coordenada.

A Resposta Humanitária

As agências da ONU continuam a fornecer assistência vital no Sudão e em países vizinhos. Isso inclui a distribuição de alimentos e vacinas contra o sarampo para as crianças nos campos de refugiados dos estados do Nilo Azul e Branco. Essas ações são cruciais para salvar vidas e conter a propagação do sarampo.

Conclusão

A tragédia das crianças no Sudão é um lembrete angustiante da urgência da crise de saúde que o país enfrenta. É fundamental que a comunidade global se una para garantir que recursos, financiamento e assistência médica adequada cheguem a essas áreas afetadas. A vida dessas crianças está em jogo, e a resposta deve ser imediata e eficaz. A situação no Sudão é um apelo à ação, à solidariedade global e à compaixão.
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