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Monkeypox Brasil : Maior frequência das lesões na região genital , seguida do tronco , membros superiores e face - Boletim

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De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde – OMS, no período de 1º de janeiro a 24 de
setembro de 2022, foram notificados 65.295 casos confirmados laboratorialmente e 3.171 casos prováveis de monkeypox, incluindo 26 óbitos, em 105 países. Os óbitos estão distribuídos em 13 países: Nigéria (6), Gana (4), Espanha (3), República Centro-Africana (2), Camarões (2), Brasil (2), Bélgica (1), Cuba (1), Equador (1), Sudão (1), Índia (1), Estados Unidos (1) e República Tcheca (1).

Desde 13 de maio de 2022, há relato de aumento de casos de monkeypox em países sem transmissão previamente documentada da doença. Esta é a primeira vez em que casos e cadeias sustentadas de transmissão são relatados em países sem ligações epidemiológicas diretas ou imediatas com áreas da África Ocidental ou Central, onde há países endêmicos

O número semanal de novos casos notificados globalmente diminuiu 16,1% na semana epidemiológica 38 (de 18 a 24/9/2022), em comparação com a semana epidemiológica 37 (de 11 a 17/9/2022) (redução de 4.345 para 3.644 casos). A maioria dos casos notificados nas últimas quatro semanas epidemiológicas foi registrada nas Regiões das Américas (n = 15.080; 85,7%) e da Europa (n = 2.327; 13,2%) 
  1. Os seis países com o maior número de casos confirmados globalmente são: Estados Unidos (n = 24.402),Brasil (n = 7.300), Espanha (n = 7.083), França (n = 3.943), Alemanha (n = 3.597) e Reino Unido (n = 3.585).
  2. As notificações registradas nesses países correspondem a 76,4% dos casos notificados globalmente
  3. . Os dados do Brasil neste cenário mundial correspondem aos dados notificados à OMS até o dia 24 de setembro.

Quanto ao local de surgimento das lesões (Figura 19), considerando as notificações com o preenchimento da informação (N = 6.228), observou-se maior frequência na região genital (n = 3.565; 47,6%), seguida do tronco (n = 2.626, 35,1%), membros superiores (n = 2.559; 34,2%) e face (n = 2.049; 27,4%). 
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No Brasil, dos 5.570 municípios, 469 (8,4%) registraram pelo menos um caso confirmado ou provável de monkeypox, o que representa um incremento de 5,9% em relação ao número de municípios com casos na semana anterior (N = 438). São Paulo (n = 2.581), Rio de Janeiro (n = 774) e Goiânia (n = 344) foram os que registraram maior número de casos confirmados ou prováveis

Os municípios que apresentaram as maiores incidências de casos foram Arenópolis (GO) e Monte Belo
do Sul (RS), com 40,6 e 39,8 casos a cada 100.000 habitantes, respectivamente. Cabe ressaltar que a análise foi realizada sobre os municípios de residência declarada, a fim de subsidiar ações de quebra da cadeia de transmissão, como rastreamento de contatos, e não refletem no local provável de infecção.

A incidência em São Paulo e Rio de Janeiro, cidades que concentraram o maior número de casos, foi de 20,8 e 11,4 casos a 100.000 habitantes, respectivamente

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O sexo de nascimento predominante entre os casos confirmados e prováveis foi o masculino, com 91,8% (n = 6.875) dos registros, e a raça/cor branca e negra representaram 43,6% (n = 3.264) e 40,7% (n = 3.047) dos casos, respectivamente (Tabela 5). A completude de preenchimento da variável raça/cor foi de 85,5%, com 1.087 registros de casos confirmáveis ou prováveis de monkeypox com preenchimento vazio ou ignorado

A mediana de idade dos casos confirmados ou prováveis foi de 32 anos (IIQ: 27-38 anos). Quando analisada a distribuição dos casos segundo faixa etária e sexo de nascimento, observa-se que a maior frequência de casos entre o sexo masculino concentra-se na faixa etária entre 30 a 39 anos (n = 2.931; 42,6%), seguida daqueles entre 18 a 29 anos (n = 2.345; 34,1%), enquanto os casos no sexo feminino concentraram-se em indivíduos entre 18 e 29 anos (n = 177; 29,7%). Entre os casos confirmados ou prováveis na faixa etária de 0 a 4 anos, 46 eram do sexo masculino e 38 do sexo feminino

Os casos na faixa etária de zero a quatro anos ocorreram principalmente em crianças da raça/cor negra (n = 37; 44,0%), com maior concentração no mês de agosto (n = 56; 66,7%). Em dois casos há registro de imunossupressão (2,4%)

No que se refere aos sinais e sintomas dos casos confirmados e prováveis de monkeypox, os mais frequentes foram: febre (n = 4.328; 57,8%), erupções (n = 3.097; 41,3%), adenomegalia (n = 3.048; 40,7%) e dor de cabeça (n = 3.010; 40,2%). Cerca de 90,3% dos casos relataram pelo menos um sinal ou sintoma (n = 6.620) .
Cerca de 34,6% (n = 2.591) dos casos confirmados ou prováveis de monkeypox declararam viver com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e 478 (6,4%) afirmaram possuir uma infecção sexualmente transmissível ativa (IST)

Para os casos confirmados ou prováveis de monkeypox entre os indivíduos que vivem com HIV, o sexo masculino correspondeu a 99,6% (n = 2.581) dos casos, e a mediana de idade foi de 34 anos (IIQ: 29-39 anos).
 No que se refere às informações sobre possíveis contatos, as formas mais citadas pelos casos confirmados ou prováveis de monkeypox foram contato íntimo com desconhecido (n = 1.823) e contato
com caso suspeito (n = 1.093) (Tabela 9). Cabe ressaltar que a completude dessas variáveis foi baixa (n =1.945; 26,0%), sinalizando a importância de seu preenchimento para a melhor compreensão de fatores
possivelmente relacionados ao adoecimento no país


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