FIOCRUZ : Capital Maceió e o estado de Alagoas mostram aumento da SRAG - Sars-CoV-2 é responsável por 81,6% dos óbitos
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FIOCRUZ : Capital Maceió e o estado de Alagoas mostram aumento da SRAG - Sars-CoV-2 é responsável por 81,6% dos óbitos

Capital Maceió e o estado de Alagoas, mostram tendência de aumento da SRAG e Sars-CoV-2 é responsável por 81,6% dos óbitos , diz Infogripe - FIOCRUZ
Boletim FIOCRUZ
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AR NEWS NOTÍCIAS 14 de maio de 2022

Divulgado nesta quinta-feira (12/5), o novo Boletim InfoGripe mostra indícios de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) na população adulta em diversos estados ao final do mês de abril, assim como sinalizado na semana anterior. Os casos de Sars-CoV-2 (Covid-19) apontam interrupção de queda entre as notificações com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, correspondendo a 37% nas últimas quatro semanas. A contribuição dos casos associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) segue sendo a maior entre os vírus testados, correspondendo a 41,2% do total de casos de SRAG com resultado laboratorial positivo para vírus respiratório entre os casos das últimas quatro semanas, ainda que esteja fundamentalmente restrito a crianças pequenas. Referente à Semana Epidemiológica (SE) 18 (período de 1 a 7 de maio de 2022), o estudo tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 9 de maio.


O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, ressalta que por conta do sinal de possível aumento de casos na população adulta, recomenda-se atenção especial na rede laboratorial em todo o território nacional para identificação adequada de qual(is) vírus está(ão) associados a essa mudança de tendência recente, em particular para diferenciação entre casos de Sars-CoV-2 (Covid-19) e Influenza A (gripe). "No momento, os casos de Covid-19 seguem sendo a principal causa de SRAG entre os casos com identificação laboratorial na população adulta. A curva nacional de SRAG tem sinal de crescimento nas tendências de longo (últimas 6 semanas) e curto prazo (últimas 3 semanas). A estimativa é de 5,0 (4,3 – 5,8) mil casos na semana 18".


Na presente atualização, 17 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento nos casos de SRAG na tendência de longo prazo: AC, AL, AM, AP, CE, MA, MS, MT, PA, PR, RJ, RN, RO, RR, RS, SC e TO. Em Minas Gerais, há sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo. Entre as capitais, 17 das 27 apresentam indício de crescimento na tendência de longo prazo: Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA) e Vitória (ES).


Macrorregiões


No total, 24 macrorregiões de saúde encontram-se em nível pré-epidêmico, 20 em nível epidêmico, 65 em nível alto, 9 em nível muito alto, e nenhuma em nível extremamente alto. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,9% Influenza A, 0,5% Influenza B, 41,2% vírus sincicial respiratório, e 37,0% Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos do ano corrente, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 2,8% Influenza A, 0,7% Influenza B, 8,5% vírus sincicial respiratório (VSR), e 81,6% Sars-CoV-2 (Covid-19) nas últimas quatro semanas.


Lidiane Nóbrega
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