Imagem: ‘Justiça perdeu o que é mais importante: a neutralidade’, diz Mônica Waldvogel
"A Justiça nesse caso perdeu o que era o mais importante, que é a neutralidade diante de um pleito que vai acontecer distante dela. Vai acontecer na vontade do eleitor diante da urna, que vai fazer a sua escolha e vai votar", disse Mônica Waldvogel na Central das Eleições desta quinta-feira (1º), quando a Globo cancelou o debate com os candidatos à Presidência. O anúncio foi feito após a ministra Estela Aranha, do TSE, proibir o púlpito vazio com o nome de Lula e Gilmar Mendes, do STF, determinar a inclusão de Renan Santos no debate.
"Isso é muito maior do que o capricho deste ou daquele ministro. Ele tem que respeitar. Tudo conflui para este momento, o momento da escolha do voto. Se os juízes não são neutros em relação a esse momento, a gente tem um problema".
"Tanto que a repercussão é gigantesca nas redes sociais e entre os especialistas, porque justamente essa questão da neutralidade foi ferida, e aí fica todo mundo muito preocupado. Afinal de contas, os ministros fizeram isso para favorecer um candidato? Favorecer um candidato é possível? É permitido à Justiça?".
"Isso é muito maior do que o capricho deste ou daquele ministro. Ele tem que respeitar. Tudo conflui para este momento, o momento da escolha do voto. Se os juízes não são neutros em relação a esse momento, a gente tem um problema".
"Tanto que a repercussão é gigantesca nas redes sociais e entre os especialistas, porque justamente essa questão da neutralidade foi ferida, e aí fica todo mundo muito preocupado. Afinal de contas, os ministros fizeram isso para favorecer um candidato? Favorecer um candidato é possível? É permitido à Justiça?".