
Candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) ratificou a importância da Medida Provisória (MP) que proibiu as bets e jogos onlines no Brasil, anunciada pelo presidente Lula (PT) em agenda oficial na capital paulista, nesta sexta-feira (25).
Na chegada a um evento em São Paulo com o e empresários, ao ser questionado sobre a decisão ter sido anunciada a nove dias do primeiro turno das eleições, o ex-ministro da Fazenda considerou que o "momento político é o melhor possível" para a ação.
Associação das bets diz que proibição pegou setor de surpresa
O momento político é o melhor possível porque você está tornando uma discussão pública sobre um tema que precisa de apoio popular para vingar. Não vai ser fácil aprovar essa medida, é uma medida que fere muitos interesses”, disse o candidato.
Haddad disse que o que motivou Lula a tomar essa decisão foi o contato com uma opinião pública que lidava com muitos problemas por conta de problemas com as casas de apostas.
O presidente tem se mostrado muito incomodado com as reuniões que tem feito com famílias, com mulheres, e esse incômodo dele vem crescendo com os indicadores de endividamento, de pessoas criando dependência. Isso foi formando juízo por parte dele, e que se tornou uma questão insustentável no Brasil”, acrescentou.
25/9: publicação da MP que proíbe novos apostas nas plataformas.

5/10, até 23h59: prazo para retirada voluntária dos valores pelos apostadores.
6/10, 0h: retirada de sites e plataformas do ar. Bets não podem mais oferecer apostas nem publicidade.
De 9 a 14/10: prazo para devolução dos saldos aos apostadores pelos bancos.
Caixa Econômica Federal providenciará a devolução aos apostadores.
Saldos que permanecerem após 180 dias: valores não movimentados serão direcionados para a conta da Caixa Econômica Federal.
