
Da Academia Militar às urnas do Rio . Flávio Bolsonaro nasceu dentro dos muros da Academia das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Antes de aprender a andar, já respirava o ar de quem serve a um propósito maior. Cresceu vendo o pai, Jair Bolsonaro, dedicar quase três décadas da vida à política antes de chegar à Presidência da República — e aprendeu, em casa, que causa não é só discurso. É rotina, é trabalho constante, é ética e, principalmente, exercer uma escolha diariamente.
Aos 21 anos, ainda tentando entender o tamanho do próprio sobrenome, decidiu que não bastava herdar uma história. Precisava escrever a sua. Foi às urnas pela primeira vez e ouviu o Rio de Janeiro responder: 31.293 votos, e o título de deputado estadual mais jovem já eleito na história do estado.
Formou-se advogado e em seguida cursou especialização. Em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e em Empreendedorismo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Presidiu a Comissão de Segurança Pública, viu de perto o preço que policiais e bombeiros pagam para proteger os outros e foi atrás de justiça para eles. Foi autor da Lei 7.809/2017, que obriga o Estado a devolver o que tirou indevidamente do contracheque de quem arrisca a vida todos os dias.
Em 2016, disputou a Prefeitura do Ficou em 4º lugar na disputa, mas não desanimou. Sete anos depois, quando o nome dele voltou a ser cotado para a mesma disputa, aconteceu algo que diz mais sobre caráter do que qualquer discurso. Flávio Bolsonaro sentou com o pai, ouviu, e abriu mão do próprio palanque para construir 92 outros — um em cada município fluminense — para que o projeto coletivo chegasse mais longe do que ele sozinho jamais chegaria.
Antes disso, em 2018, o Rio de Janeiro o levou ao Senado com mais de 4 milhões de votos. Ali, ele percebeu que recebeu a confiança do tamanho de um estado inteiro. De lá, não parou. A PEC 32/2019, para que crimes hediondos cometidos por menores de 14 anos não fiquem impunes; o projeto que organiza o registro e a posse de armas para quem cumpre a lei (PL 3.713/2019); o fim das saidinhas de presos, defendido com parecer próprio. Ao lado do senador Arolde de Oliveira e de Romário, lutou por uma emenda que trouxe R$2,5 bilhões ao Rio de Janeiro no leilão do pré-sal, dinheiro que hoje vira hospital, escola, segurança.
No Senado, presidiu a Comissão de Segurança Pública, onde impulsionou um cerco contra todas as brechas legais que permitiam que a criminalidade não fosse punida adequadamente. O candidato à presidência da República é ainda autor do livro "Jair Messias Bolsonaro — Mito ou Verdade" — um retrato de filho sobre pai, escrito por quem viu de dentro o preço da coragem. E, antes de tudo isso, Flávio é marido e pai de duas filhas — é por elas, e por cada família brasileira, que ele continua de pé, defendendo o direito de acreditar, de ter, de se proteger, de ver o Brasil crescer.
Da Academia Militar às urnas do Rio. A história de Flávio não é sobre ter nascido perto do poder. É sobre o que ele decidiu fazer com isso, votação após votação, ano após ano para levar o Brasil mais longe, com o povo feliz. Por isso, vem com Flavio Bolsonaro! O Brasil vai vencer!
